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> Colunas > Direto dos EUA - Edu Erbs

Aposentadorias e reta final da Silly Season
Publicado em: 07/12/2016

A um mês da abertura da temporada 2017, muitos bons pilotos ainda estão sem equipe
Redação MotoX.com.br: Eduardo Erbs - Fotos: Simon Cudby / Garth Milan / Divulgação


KTM 250 SX-F 250 Factory 2017

2016 está sendo um ano no mínimo... estranho. Talvez um ano que as próximas gerações irão ler nos livros de história (ou websites), sobre o impeachment da nossa presidente, as olimpíadas, os ataques terroristas ao redor do mundo, o inesperado triunfo de Trump nos Estados Unidos, a queda do avião com a delegação do time da Chapecoense, a morte do ditador Fidel Castro, e do mesmo modo, o nosso esporte, especialmente a silly season, está bem diferente de edições passadas.

Esta última semana tivemos alguns anúncios importantes por aqui, começando com a introdução dos times oficiais e satélites das austríacas KTM e Husqvarna, onde não houve muita surpresa, pois as contratações já estavam todas garantidas. Porém os times aproveitaram o ensejo para anunciar o investimento no circuito amador através do Rocky Mountain-KTM Team com a contratação de Max Markolf. Além disso, a KTM divulgou as cores e as inovações para as almejadas 250 e 450 SX-F Factory Edition, que são uma série limitada de motocicletas que replicam os gráficos e alguns componentes que integrarão as motos de Ryan Dungey e Alex Martin na temporada 2017.


Apesar de promovida à equipe oficial Suzuki, a RCH ainda sofre para fechar o orçamento. Com a saída de Roczen, um duplo pódio como em Red Bud não parece nada fácil

Depois de muita especulação, e o certificado de óbito quase assinado por alguns "especialistas" do esporte, a RCH Racing finalmente lançou um press-release esta semana confirmando a presenca do time que será representado por Justin Bogle e Brock Tickle no Monster Energy Supercross e Lucas Oil Pro Motocross Championship. A RCH, que há alguns meses foi promovida a esquadra de fábrica da Suzuki, tem tido problemas para assegurar patrocinadores depois que Ken Roczen anunciou a sua saída oficial do time, e o futuro parecia bastante incerto. Apesar da confirmação, alguns detalhes ainda não foram divulgados tais quais os patrocinadores oficiais, já que a Jimmy Johns deixou o time e a Soaring Eagle terá uma participação bem menos expressiva que no ano passado.


Dean Wilson, ainda a procura de equipe

Dean Wilson também é alvo das principais manchetes por não ter lugar definido em 2017. Ouvi falar que o escocês, que tem treinado com uma Yamaha nas últimas semanas, terá um suporte da Factory Yamaha para as primeiras provas do Monster Energy Supercross e, dependendo de seus resultados, a fábrica poderá estender o apoio para as provas da Costa Leste, e ainda possivelmente, tomar o segundo lugar no time para a temporada outdoors, já que Reed está contratado somente para o supercross.


Justin Brayton (10) comemorou título na Austrália e bons resultados na Europa

Justin Brayton, na minha opinião, foi um dos pilotos mais espertos nessa off-season. Se mandou pra Austrália para competir no Supercross, onde acabou ganhando o título e garantindo uns bons trocados. Além disso, competindo a bordo de uma Honda, entrou em acordo com a MotoConcepts Racing, se juntando a Mike Alessi e Vince Friese. O mais interessante é que Brayton irá competir a bordo da nova Honda CRF450 2017 - e terá acesso a peças especiais de fábrica - enquanto Alessi e Friese, competirão equipados com motos 2016.


Ainda nenhuma definição sobre os caminhos dos Stewart Brothers em 2017

O maior ponto de interrogação ainda paira sobre os irmãos Stewart. Enquanto Malcolm se aventura no velho continente recolhendo cheques de milhares de Euros e de certa forma já se conforma com a ideia de poder ser um suplente em um time de fábrica, não há noticia alguma sobre James, que aparentemente anda treinando de Yamaha. A mesma Yamaha que ocasionou a quebra de contrato com a JGR, migrando o atleta na época para pilotar "de graça" para a Suzuki. Pelo o que parece a temporada de despedida do piloto vai acabar mais cedo, pois tudo indica que até mesmo a Red Bull, que apoia James há quase uma década, tem dúvidas sobre a continuidade da parceria.

Vídeo



Outros fatos importantes da semana:


O veteraníssimo Mike Brown se aponsentou... e voltou à ativa logo em seguida


Com lesões prejudicando seu desempenho, Taddy Blazusiak, o maior vencedor do EnduroCross e SuperEnduro, deixa as pistas após esse fim de semana
Dois dos principais nomes do EnduroCross mundial anunciaram nos últimos dias que estão pendurando as botas. O polonês multi-campeão Taddy Blazusiak, depois de algumas temporadas difíceis com lesões, decidiu aposentar-se das pistas. Mike Brown, que é um dos americanos com uma das carreiras mais versáteis da história, anunciou também o afastamento das pistas, porém, essa "aposentadoria" não durou muito, já que o veterano foi contratado por um time satélite da Husqvarna para competir no mundial de SuperEnduro na Europa no ano que vem.

A Monster Energy também deu o que falar essa semana, primeiramente com a contratação do golfista Tigger Woods. A empresa que tem base em Corona, aqui na Califórnia, também assinou um contrato com a Nascar para patrocinar a categoria principal por 20 milhões de dólares anuais, que soma apenas um quarto do que o atual patrocinador (Sprint telefonia) vem pagando nos últimos anos. Isso devido a perda de espectadores, ja que as provas não são mais televisionadas, sendo somente transmitidas on-line. Com o alto investimento da marca na Nascar, muitos times do nosso esporte se apavoram com possiveis cortes em um futuro próximo.

Vídeo



O colunista do portal Racer X, Steve Matthes andou escrevendo mais uma colunas daquelas que deu o que falar. Trocando em miúdos, Matthes explicou a sua teoria do porque temos tantos pilotos sem vagas nas 450s, e como vencer um título nas 250s pode ser prejudicial para sua carreira, claro exemplos disso são Justin Boggle e Malcolm Stewart. O colunista afirma que hoje em dia há muita importancia entre as 250s e os pilotos em times de ponta já fazem um bom dinheiro, que poderia ser melhor investido na classe principal, e como talvez para consertar o problema seria dar um pouco menos de atenção ou até mesmo televisao na classe de base, forçando times como a Geico ou a própria Pro Circuit a investirem na classe principal.

Realmente Matthes tem alguns bons pontos de vista, mas com uma coluna como aquela, eu tenho certeza que muitos pilotos e, principalmente, donos de equipes não gostaram de certo comentários. Muita polêmica está rolando. Se você manja o inglês, vale a pena conferir.

É isso por 2016 pessoal! Desejo a todos os meus leitores um feliz final de ano, boas festas e que 2017 seja um ano cheio de paz, alegrias, sucesso e muito motocross para todos vocês. 

Nos vemos em Anaheim 1!!!

“Yesterday is gone. Tomorrow has not yet come. We have only today. Let us begin.”
Mother Teresa







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