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Daytona e Thai MXGP
Publicado em: 08/03/2016

Pistas não ajudam, mas pilotos garantem os shows em Daytona e Suphan Buri
Redação MotoX.com.br: Edu Erbs - Fotos: Garth Milan / AMA Supercross / J. P. Acevedo


Largada 450

O famoso circuito floridiano que é considerado por muitos a meca dos esportes a motores sediou mais uma prova do Monster Energy AMA Supercross. O circuito exibe para o Daytona Bike Week este ano, renovações feitas depois de um mero investimento de 400 milhões de dólares.

Para quem não sabe, há mais de uma década a prova é organizada e controlada pelo próprio time do autódromo, e tem como patrocinador único a Honda. Para quem não percebeu, em Daytona todos os blocos de espuma e a maioria da plástica do evento leva as cores vermelha e branca da marca nipônica, nem as populares Monster-girls estão presentes na prova, entretanto o único lugar que a Honda não apareceu neste ano foi no pódio.


Eli Tomac conquistou sua primeira vitória com a Kawasaki

Daytona como a maioria de vocês já sabem, é uma pista única, com voltas que ultrapassam um minuto, e com um terreno extremamente arenoso, que provoca grandes canaletas, podendo até ser considerada uma prova híbrida entre supercross e motocross. Com isso o acerto das motos varia bastante se comparados com outras pistas da temporada, e prova disso são os pilotos criarem “mini-Daytonas” durante a semana em suas pistas de testes, para quando o sábado chegar, terem o acerto de suas máquinas o mais próximo do ideal.


Ryan Dungey na cerimônia de abertura. A Honda é praticamente um patrocinador exclusivo da etapa de Daytona.

Com o solo macio, o aspecto fisico também entra em cena, favorecendo certo pilotos - mais adeptos ao motocross - a brilharem nesta etapa do campeonato. Em 2016, não foi diferente.

A pista, mais uma vez, foi desenhada por Rick Carmichael, e infelizmente não agradou a gregos e troianos, principalmente a Chad Reed, que foi bastante vocal sobre a sua insatisfação com o traçado, que claramente refletiu no seu resultado – 12ª colocação.


Dungey voando para o 25º pódio consecutivo


Reed não se encontrou na pista e as dificuldades refletiram em seu resultado
Infelizmente tenho que concordar bastante com Reed, pois a pista ficou extremamente travada, com uma linha principal, que dificultou bastante a ultrapassagem e com certeza pesou nos resultados finais. Além disso o traçado não contou com as tradicionais costelas ou lombas como nas últimas edições do evento, pois quem não lembra Tomac passando empinado pelas costelas no ano passado?

Falando em Eli Tomac... o piloto mostrou bastante velocidade durante todo o dia, e executou uma prova fantástica, sem erros, mesmo quando pressionado pelo #1 de Ryan Dungey. Ao vencer pela primeira vez de Kawasaki deu indícios que piloto e maquina estão a cada final de semana se tornando um, e que quando o Lucas Oil AMA Motocross iniciar no final de maio, estará pronto pra brigar pelo campeonato. Com a vitória Eli sobe duas posições no campeonato e agora se encontra em quarto no campeonato.


Musquin achou um cantinho aqui para ganhar alguns milésimos de segundo

Muita gente tem muito a dizer e até a criticar a performance dele até então, mas se perguntar a mim, a campanha do piloto está dentro do esperado, com um pódio, uma vitória, algumas provas inconsistentes mas na maioria das vezes, se mantendo dentro dos top 5, tudo isso depois de duas cirurgias no ombro e um equipamento completamente novo.

Dungey fez nada mais do que Dungey faz. O atual líder do campeonato se manteve durante toda a prova perto de Tomac, esperando por um erro que não aconteceu. Apesar que a este nível ninguém corre pra acabar em segundo, mas são por provas como essa que Ryan Dungey empata com Chad Reed no recorde de 25 pódios consecutivos. Recorde que poderá ser quebrado na semana que vem em Toronto, no Canada.


Martin tentou várias vezes aqui, mas a ultrapassagem se deu em outro ponto da pista

Na lites, Malcolm Stewart, Martin Dávalos, Jeremy Martin e Justin Hill proporcionaram um espetáculo. Com certeza a melhor prova até então na categoria, em ambas as costas.

Martin provou que é relmente um especialista “outdoors” vencendo a prova, depois de um teimoso Malcolm Stewart que liderou boa parte das 15 voltas. Porém, Justin Hill foi o destaque da prova, vindo de trás ultrapassando os então líderes do campeonato Dávalos e Stewart para chegar na segunda posição. A velocidade de Hill não foi o que mais me impressionou, mas sim a sua criatividade na escolha de linhas para concluir as ultrapassagens.


Pódio da 250 Leste

Notas do final de semana:


Josh Grant

1 - Josh Grant resolveu aparecer pela primeira vez no ano, pilotando uma Suzuki RM-Z 450 totalmente privada, usou uma pescaria como desculpa de estar por aqueles lados, e realmente surpreendeu, se classificando logo na primeira Heat da noite e acabando a prova em uma excelente sétima colocação. Fontes indicam que o piloto deve substituir Will Hahn na Monster Energy Kawasaki nas próximas provas.

2 - James “Bubba” Stewart mais uma vez esteve nos highlights da noite, depois de virar pra tras nas costelas - “ a la Vilopoto” - e abandonar a prova logo no início da noite. O time anunciou nesta segunda feira que o piloto não sofreu lesões serias, entretanto se encontra bastante dolorido e é dúvida para este sábado. Por mais que eu ache que Bubba deve pendurar as botas, é sempre bom tê-lo presente, pois sempre gera assunto para escrever aqui na coluna, facilitando o meu trabalho.


James Stewart abandonou mais uma etapa nessa temporada. Piloto é dúvida para Toronto.

3 – Nick Wey deixou a aposentadoria de lado para tomar o lugar de Jake Weimer no Team Tedder Racing, mas o piloto que representa a Michigan-Mafia escolheu o evento errado pra voltar as pistas e acabou ficando de fora da final.

4 – Como disse antes, Chad Reed não curtiu a pista, e acho que a pista não curtiu Reed! Não sei quando foi a última vez que vi o Australiano na LCQ, e se o conheço um pouco, não ficou muito contente com a 12ª colocação.

5 – Davi MIllsaps parecia evoluir com o time a cada prova, porém nos minutos finais da prova Davi sofreu uma forte queda que lhe rendeu 3 costelas quebradas e um furinho no pulmão. Agora Justin Brayton é o único a carregar a bandeira da BTO Sports KTM

Vídeos





Thai MXGP


MXGP da Tailândia

Assim como Reed, Ben Townley teve muito a dizer sobre as más condições do GP da Tailândia, e o fez logo na coletiva de imprensa, depois de vencer a classificatória no sábado.

O presidente da “Máfia” da MXGP Giuseppe Luongo rebateu o ataque de Ben, dizendo que de forma alguma ele trataria com desrespeito um piloto que tivesse uma prova ruim, e acabasse em uma má colocação.

Eu entendo o lado de Luongo, pois eu tenho certeza, que os comentários de Townley foram um tanto desrespeitosos com os organizadores Tailandeses, mas da mesma forma, assim como eu falei sobre o Catar, é difícil entender o destino de certas etapas do Mundial de Motocross, e mesmo se os organizadores estão fazendo o seu melhor. É parte da tarefa da FIM prezar primeiramente pela segurança dos pilotos e facilitar e auxiliar a promoção do evento junto com os organizadores locais.

Ah…e já que tocamos no assunto…no mesmo sábado, a Youthstream também anunciou a volta do GP da Indonésia. Wink wink.

Vídeo



Na MX2 Herlings venceu seu 49º GP, com a pequena “ajuda” de Dylan Ferrandis que deslocou o ombro na qualificatória do sábado e acabou voando direto para a avaliação médica na França.

Na MX1 Romain Febrve venceu absoluto, e mostrou porque conquistou o Campeonato de 2015 depois de passar por Tony Cairoli na primeira bateria, deixando o Italiano na segunda posição. Infelizmente para Tony, problemas na moto lhe tiraram de contenção na segunda bateria, lhe rendendo somente a décima segunda posição e o quinto lugar na geral.


Gelo, garrafa fugitiva e uma balde dágua. Evgeny Bobrishev luta para se refrescar no calor tailandês.

Tony ainda reclama de dores nas costelas e disse que não está 100% no aspecto físico por não concluir a pré-temporada adequadamente, mas aparenta bastante positivo por ter um final de semana de folga para se preparar antes do campeonato se dirigir à Valnkensward, onde deve ser pleno favorito.

Tim Gajser também se solidificou como um dos favoritos para esse ano, acabando a prova na segunda colocacão, seguido por Jeremy Van Horebeek.

Frase da semana


 









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