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> Colunas > Direto dos EUA - Edu Erbs

Husqvarna 2 x Yamaha 1
Publicado em: 17/05/2018

Final em Las Vegas definiu títulos sem surpresas
Redação MotoX.com.br: Por Edu Erbs - Fotos: Garth Milan, Simon Cudby e Ricky Shepard

Jason Anderson (450), Zach Osborne (250 Leste) e Aaron Plessinger (250 Oeste) campeões do Supercross 2018



Palco da final do Supercross 2018 em Las Vegas

A temporada 2018 do Monster Energy Supercross Championship já está em nossos retrovisores. Zach Osborne repetiu o feito do ano passado defendendo o seu título com sucesso, porém Jason Anderson e Aaron Plessinger conquistaram troféus inéditos em suas carreiras.

+ AMA Supercross: resultados, mais fotos e vídeos da final do Supercross 2018 em Las Vegas


Jason Anderson festeja título inédito na categoria 450

Apesar dos três títulos na última prova, em Las Vegas, as coisas não foram tão quentes quanto no ano passado. Todos os três líderes do campeonato tinham mais de 12 pontos de vantagem e se terminassem a prova entre os top 10 garantiriam os seus títulos. Mas, como vimos o que ocorreu com Jason Anderson em Salt Lake City, neste esporte tudo pode acontecer... e nada está garantindo até a última volta.


Aaron Plessinger e Zach Osborne, os campeões da 250 (regiões Oeste e Leste)

Acho que posso dizer com certeza que dentre os campeões, Osborne foi o único piloto que confirmou o favoritismo, pois mesmo com Anderson e Plessinger cotados como possíveis vencedores, acho que o favoritismo pesava mais para nomes como Marvin Musquin, Eli Tomac, Adam Cianciarulo e Joey Savatgy.


Campeão da 450, Jason Anderson foi mais consistente e mais inteligente que os rivais

Eu não acredito que há asteriscos nos livros dos recordes e acharia completamente injusto se houvesse um ao lado do nome de Jason Anderson, pois - à la Dungey - o atleta da Factory Husqvarna foi claramente mais consistente e mais inteligente que todos os outros competidores.


Eli Tomac entrou para o livro dos recordes como o piloto com maior números de vitórias sem título

Mas, se pararmos para pensar, não há duvida que essa temporada foi no mínimo estranha. Segundo e terceiro colocados ficaram de fora por pelo menos uma prova por estarem machucados. Além disso, Eli Tomac entrou para o livro dos recordes como o piloto com maior números de vitórias sem título.


Adam Cianciarulo liderou o desafio Leste x Oeste na etapa final da categoria 250

Infelizmente essa temporada foi marcada por sérias contusões de vários pilotos. Ken Roczen, Cole Seely, Dylan Ferrandis, Cooper Webb, Justin Barcia, Josh Grant, Dean Wilson, Martin Dávalos entre outros, o que mais uma vez fez o assunto segurança vir à tona. Como poderíamos melhorar a segurança do esporte? Fazer as pistas mais fáceis? Diminuir a cilindrada das motos? Investir em tecnologia? Forçar os pilotos a usar certos equipamentos de segurança? Fica difícil apontar o problema real. Alguns pensam que simplesmente foi um ano "daqueles"... e que provavelmente ano que vem teremos um ano melhor com menos incidentes.


Temporada foi marcada por contusões em vários pilotos

Trey Canard tentou aprimorar o "Racing Standard" no Monster Energy Supercross, mas infelizmente ele estava presente somente na primeira etapa. Tudo que ouvi do lado do piloto em relação ao projeto foi positivo, mas até então, pelo que eu sei não há nenhum tipo de parceria firmada entre Trey e a Feld Motorsports.


Husqvarna conquistou dois títulos...

Temos que falar também de Broc Tickle e a sua suspensão por falhar em um exame antidoping coletado no dia 10 de fevereiro, depois da etapa de San Diego. Como aconteceu com James Stewart e Cade Clason, a suspensão do piloto ainda tem tempo indeterminado. Nesta terça-feira (15/05), o piloto deu uma atualizada aos fãs sobre seu caso, postando no Instagram que o resultado da contraprova da sua urina também deu positivo. Um reflexo imediato disso foi a rescisão do seu contrato com a KTM. Apesar do piloto estar treinando e as suas postagens nas mídias sociais parecerem positivas, para mim ainda é claro que todo mundo ainda está as escuras, que Tickle e todos os atletas que potencialmente possam vir a lidar com isso no futuro não têm nenhum tipo de voz, e praticamente nenhuma chance de pelo menos se defender ou ainda diminuir a sua punição.


...e Yamaha um

Além desse tipo de problema tirar o ônus do atleta, o mesmo teria de gastar milhares de Dólares com advogados e viagens para tentar salvar o que resta de sua curta carreira como piloto. Mais uma vez, situações como esta mostram como o nosso esporte é vulneravel em certas maneiras, e como a FIM e (in)diretamente a WADA tem autonomia para fazerem o que bem quiser e não tem a obrigação de responder a praticamente ninguém. Deve-se pensar no futuro em talvez buscar outro orgão além da FIM para a supervisão das provas ou exigir um código diferente para o sistema empregado no motociclismo mundial.


Monster Energy Supercross Championship volta em 2019, agora é hora de tudo se renovar com a temporada de Motocross

Neste fim de semana tudo se renova com a abertura do Lucas Oil Pro Motocross Championship na tradicional pista de Hangtown, localizada em Sacramento, aqui na Califórnia. Com isso a promessa de mais um campeonato de sucesso se renova com pilotos como Ken Roczen voltando às pistas e Eli Tomac defendo o seu primeiro título na classe principal enquanto outros pilotos como Jason Anderson e Marvin Musquin seguem famintos depois de um bom final de temporada Indoors.

Vídeos:

***Novo***




Obrigado a todos os leitores pela audiência!

Eduardo Erbs





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