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> Colunas > Direto dos EUA - Edu Erbs

O retorno de Southwick, Millville, Silly Season e Nitro Games
Publicado em: 22/07/2016

O retorno de Southwick, Millville, Silly Season e Nitro Games
Redação MotoX.com.br: Eduardo Erbs – Fotos: Garth Milan / Simon Cudby / Divulgação


Eli Tomac em Southwick

Uma das melhores mudanças feitas pelas MX Sports foi o retorno de Southwick ao calendário do Lucas Oil AMA Motocross, deixando as provas realizadas em Utah como uma lembrança distante. A nova direção do local realizou algumas mudanças necessárias no circuito, trazendo o traçado para o original sentido horário. O único ponto negativo foi a reta de largada um pouco curta.

O principal diferencial desta etapa é o solo de areia em 100% da pista – fato único em toda temporada. As consequências são a acelerada deterioração do traçado e a grande vantagem dos pilotos do Grupo B nos classificatórios, com voltas rápidas e ótimas posições no gate de largada. Posso citar como exemplo Robbie Marshall que virou o quinto tempo mais rápido, a bordo de uma KTM 250SX 2t. Com isso, alguns pilotos notáveis ficaram de fora da prova principal, entre eles Matt Bisceglia, representante da Yoshimura Suzuki na corrida de consolação, que caiu forte enquanto liderava e agora está de fora até Unadilla. Bisceglia não foi a única vítima do final de semana, podemos citar Justin Bogle e a incrível queda de Shane McElrath nos momentos finais da segunda bateria das 250s.

Com o seu estilo extremamente agressivo, Eli Tomac finalmente conseguiu brilhar: encostou e passou Ken Roczen, registrando voltas que chegaram a ser cinco segundos mais rápidas. Muita gente pensou que era exatamente essa a peça que faltava para Eli retomar a confiança e dar trabalho a Roczen no fim da temporada, mas o alemão respondeu as dúvidas com muita perfeição em Millville.


Ken Roczen voltou a comandar em Millville


Cooper Webb e Jeremy Martin
Falando em Ken Roczen...o piloto se enroscou na largada e na segunda curva estragou o pedal de marchas de sua RMZ450, mas isso não foi o suficiente para frear o alemão. Roczen mais uma vez não tomou conhecimento da competição e ultrapassou cerca de dez pilotos nas duas primeiras voltas, realmente surpreendente.

Surpreendente também é a campanha de Cooper Webb. O piloto confirmou o seu primeiro 1-1 em Southwick e, por pouco, não venceu novamente na casa dos Martins em Millville. Enquanto isso, Joey Savatgy - com uma série de desempenhos não tão especiais - perde o segundo posto do campeonato para Jeremy Martin, a 50 pontos de distância do líder.

Com Eli Tomac e Ken Roczen quase intocáveis nas posições dianteiras, a briga pela terceira posição do campeonato está esquentando. Justin Barcia, bom piloto na areia, subiu no pódio pela primeira vez do ano com um terceiro overall depois de uma das suas ultrapassagens agressivas (e sujas, na minha opinião) em Marvin Musquin na segunda bateria de Southwick. Marvin respondeu a Barcia, em Millville, quando passou o piloto na segunda bateria rumo ao segundo lugar geral no dia, marcando o seu melhor resultado na classe e abrindo 28 pontos de vantagem sobre Barcia no campeonato.


Justin Barcia

Mais pesado que o ar:

Sinto que devo aprofundar a conversa sobre os "malditos" garfos suspendidos a ar. Digo isso, pois nas duas últimas provas, Ken Roczen verbalizou claramente a insatisfação com o equipamento. Geralmente, a reclamação vem da tendência do ar (ou até mesmo o nitrogênio) se expandir por conta do aquecimento dos componentes e, então, mudar suas características afetando a performance da suspensão.

Chega a ser até engraçado Jeremy Martin comentar que passa por dificuldades para acertar a moto depois de voltar a competir com garfos convencionais suspensos com mola. E, ainda acrescentar, que a segunda bateria em Millville foi a primeira vez que se sentiu totalmente à vontade a bordo do equipamento.

Silly season:


Com o contrato com a Honda expirando, a KTM satélite parece ser o destino de Trey Canard
Depois de alguns anos em marasmo, a silly season de 2016 promete ser uma das melhores desta década, com tantos pilotos sem contrato definido para a próxima temporada. Com um grande leque de pilotos nesta situação, os rumores vêm e vão como o vento, porém esta semana escutei de duas fontes bastante seguras que os irmãos Martin estão oficialmente de fora da Star Yamaha.

Jeremy, teoricamente, estaria assinado com a RCH Suzuki para competir na classe principal em 2017, mas, na verdade, está de malas prontas para competir pela Geico Honda por pelos menos mais um ano na 250.

Já o seu irmão Alex está confirmado na Troy Lee Designs KTM, equipe em um ano bastante difícil com os pilotos lesionados.

Outro nome que vem sendo bastante cogitado seria Trey Canard, que parece estar com um pé na BTO Sports KTM Team, com o contrato felicitado pelo relacionamento de ambas as partes com a WPS/Fly Racing. O segundo posto na equipe seria de Blake Baggett, enquanto o terceiro supostamente é disputado por Davi MIllspas, Justin Brayton ou ainda pelo estreante Benny Bloss, que tem feito um excelente trabalho pelo time.

Nitro World Games


Levi Sheerwood

Como comentei na minha última coluna, o Nitro World Games aconteceu em Salt Lake City, no último fim de semana, liderado por ninguém mais que Travis Pastrana. O mundo pôde assistir em primeira mão manobras nunca antes feitas em competição, elevando o freestyle a um nível um tanto inimaginável.

O Nitro World Games não elevou somente os limites dos competidores, mas também com certeza, o das provas como o Dew Tour e o X-Games também. Organizadores realmente terão que repensar um tanto seus formatos, avaliações e a segurança oferecida para os competidores. Pela primeira vez, os competidores puderam treinar nas rampas usadas para competição, com o luxo de poderem aterrissar em enormes colchoes infláveis ou plataformas de um vinil emborrachado.

Com foco no FMX, achei interessante que os competidores não tinham um tempo limite para executar as manobras, tirando um pouco a pressão, e também a divisão das manobras entre saltos com back flip e sem back flip, fator que trouxe um pouco de nostalgia ao evento, forçando os competidores a usar manobras mais "old-school" como tail whips, can-can e supermans.


Greg Duffy

A cobertura televisiva também foi espetacular, pois em três horas eles cobriram praticamente todo o evento, focando na ação, não em entrevistas e estatísticas como 30 das 34 horas que o X-Games fica no ar, durante três ou quatro dias.

Vídeos





A frase da semana vai para os amigos Enzo Lopes, Jean Ramos e, especialmente, Antônio Balbi, que se recuperam de fortes quedas durante as provas no Brasil:

"Life's not about how hard of a hit you can give... it's about how many you can take, and still keep moving forward."
― Sylvester Stallone, Rocky Balboa








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