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Thales Vilardi
Publicado em: 31/01/2014

Entrada em nova equipe motiva ainda mais Thales Vilardi na busca dos títulos nacionais
Redação MotoX.com.br - Malu Souza - Fotos: Arquivo Pessoal

Paulista que irá defender a Yamaha Geração se diz animado com primeiros contatos com a equipe


Thales Vilardi estreia na equipe Yamaha Grupo Geração nesta temporada

O paulista Thales Vilardi cresceu dentro do Motocross. Desde muito cedo, passou pelas categorias de base e chegou à MX2 com uma bagagem ampla e já alguns títulos nas mãos, como o de campeão brasileiro 65cc e Júnior, além de um grande potencial para enfrentar qualquer adversário. Em boa parte da carreira, vestiu as cores da Honda do Brasil, mas este ano, decidiu trocar o tradicional vermelho pelo azul da equipe Yamaha Grupo Geração, que há alguns anos vem dando trabalho e conquistando campeonatos, inclusive com pilotos estrangeiros que decidiram se aventurar por terras brasileiras, como o espanhol Carlos Campano, destaque do time nos últimos dois anos.


Piloto investe em pré-temporada nos Estados Unidos
Atualmente com 23 anos, Thales está pronto para iniciar mais uma temporada na MX2 e deixar de lado o vice-campeonato do ano passado com o time anterior para levar mais conquistas para a nova equipe. A proposta da Yamaha Geração foi feita ainda no ano passado e, então, ele decidiu mudar. "Já estávamos conversando durante todo o ano de 2013 e, no final da temporada, fiquei bem contente com a proposta e decidi mudar para a Yamaha", relatou o piloto.

Ele se mostra bastante animado com o novo desafio. "Eu acho que mudar é sempre bom. A Yamaha é uma equipe bem estruturada e me dou bem com meus novos colegas de equipe. Ter o Campano como companheiro de equipe é muito positivo, porque ele tem uma experiência muito grande. Tem tudo para ser um bom ano", planejou.

A sede da nova equipe fica em Santa Catarina, onde treinam Carlos Campano e Rafael Faria, que disputarão a categoria MX1, e Anderson Cidade, que correrá ao lado de Thales na MX2. A distância, porém, não será empecilho, segundo o piloto. "Continuarei treinando em São Paulo a maior parte do tempo, mas, com certeza, vou estar em Santa Catarina para treinar junto com a equipe." O novo piloto da Yamaha se mostra confortável ao lado dos companheiros. "Estamos conversando bastante. Eu me dou muito bem com eles, já até fui companheiro de equipe do Cidade em 2005. Estou feliz por ter o Campano no time e espero aprender bastante com ele. Não vejo a hora de começar a treinar junto com toda a equipe."

A mudança de equipamento também não foi problema para ele, que já se sente adaptado ao modelo Yamaha 250F. Para isso, investiu em treinamentos nos Estados Unidos durante a pré-temporada. "Estou gostando bastante. Estou treinando com a nova moto desde de dezembro aqui na Califórnia, junto com o Rodney Smith (seu treinador), e estou me sentindo bem à vontade. Já até começamos alguns testes junto com o Posey (que cuida da preparação de sua moto nos Estados Unidos) e os resultados estão sendo positivos", contou.

Apesar das dificuldades, o motocross no Brasil está cada vez mais competitivo e isso se deve, em grande parte, à entrada de pilotos estrangeiros na disputa dos campeonatos nacionais. Por isso, toda a experiência de Thales, adquirida ao longo de tantos anos correndo nas pistas do País, é fundamental. "Eu amadureci bastante desde que entrei na categoria MX2. Minha postura como atleta mudou e isso tem se refletido nos resultados. Devo isso às pessoas que me ajudaram até aqui", disse. Para ele, os estrangeiros têm tido um papel muito importante no desenvolvimento do esporte no cenário nacional. "Eu penso que a participação dos estrangeiros tem nos ajudado bastante a evoluir. Cada vez estamos treinando mais e mais para vencer corridas e campeonatos. Porém, tem o lado negativo. Quanto maior o número de estrangeiros, menor o número de vagas para os pilotos brasileiros nas equipes. E isso também tem que ser analisado."


Paulista (de azul) conta com a experiência do treinador Rodney Smith (à dir.) durante a preparação na Califórnia

No entanto, o caminho inverso também já foi pensado por Thales, que afirma que se tiver oportunidade, também pretende disputar algumas provas no exterior este ano. "Tenho planos. Vai depender muito do calendário no Brasil", encerrou o piloto.




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