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Um salto pode fazer a diferença no Moto X dos X Games?
Publicado em: 15/07/2018

A chegada do Moto X aos X Games em 1999 teve papel fundamental para consolidar o FMX como esporte
Redação MotoX.com.br - Por Jose Gaspar - Fotos: Shazamm e Matt Morning/ESPN

Passadas quase duas décadas, conheça o lado esportivo do Freestyle da edição deste ano em Minneapolis (EUA)


A chegada do FMX aos X Games foi um choque cultural pela introdução dos motores no evento e a postura de pilotos como Brian Deegan

O Moto X dos X Games é a competição mais aguardada pelos fãs do FMX. O interesse vem da combinação entre pioneirismo, longevidade e dimensão. Este ano serão dois eventos: Minneapolis (19 a 22 de julho) e Sydney (19 a 21 de outubro). Ambos com as provas Quarter Pipe, Best Trick, Step Up, Best Whip e, claro, Freestyle. Esta última desperta maior atenção por combinar todos os elementos do esporte freestyle motocross. Razão pela qual me concentro nela nesta prévia sobre Minneapolis.

Adianto, é uma prévia diferente. Durante muito tempo escrevi sobre possíveis resultados, destaquei forças e fraquezas dos competidores, até quais características poderiam levar cada um à vitória. Mas como este é o primeiro texto do tipo para o MotoX.com.br, o enfoque é outro: a importância histórica dos X Games e seus aspectos esportivos. Considere uma homenagem ao evento, e a parceria com o MotoX.com.br.

Os X Games e o FMX como esporte


O australiano Harry Bink é uma das forças entre os competidores do Freestyle nos X Games 2018

Caso você seja jovem demais para recordar, o FMX estreou nos X Games em 1999, cercado por incertezas. Acreditava-se que a modalidade chegaria num patamar evolutivo intransponível, e se extinguiria em breve. Competições Freestyle já eram realizadas, porém, a entrada nos X Games levou a modalidade ao radar popular. Estimulou o surgimento de outros eventos, e mostrou que aquele "motocross diferente" estava a caminho de se tornar um esporte legítimo.

Note, escrevi "a caminho de se tornar um esporte legítimo". Ainda faltava muito à época. Sobretudo fora das pistas. Em termos de julgamento, cada juiz tinha o próprio critério. Mesmo as bases hoje consensuais (estilo, variedade, execução, desafio e uso da pista) às vezes pareciam ficar de lado naqueles primeiros anos. Era puro gosto. O progresso veio com o tempo, com novas competições, outros sistemas de julgamento e intercâmbio dos juízes.

Julguei os X Games durante a temporada global de 2013, e aquele formato de análise permanece em 2018. Em suma, são 5 juízes, um deles o head judge (responsável por desempates etc). E cada juiz analisa simultaneamente todos os aspectos (estilo, variedade, execução, desafio e uso da pista) e marca sua pontuação. É o modelo chamado Impressão Geral, existente desde o início do FMX.


Disputas parelhas são esperadas no Freestyle. Neste cenário, uma manobra pode ser determinante. Por exemplo, o Bundy de Clinton Moore

Obviamente, desde o princípio do modelo Impressão Geral, estrutura, recursos e a própria visão analítica dos juízes evoluiu. A conversão da ação na pista em pontos apurou-se graças sobretudo à capacidade dos juízes. Porém, juízes são humanos, e transformar cada instante das apresentações em números de forma matematicamente precisa é impossível. Ainda mais considerando na mesma escala de pontos quesitos tão diferentes (estilo, variedade, execução, desafio e uso da pista).

Isso leva a uma característica do Freestyle nos X Games: normalmente o desafio das manobras sobrepõe os demais critérios nas análises. Perfeitamente compreensível. Por mais anotações que um juiz faça, por mais habilidoso que seja, nos segundos disponíveis para lançar suas notas em meio a rotinas parelhas o mais impactante acaba destacado na memória.


Retrato de uma época: Travis Pastrana pilotando uma 125 equipada com alças para manobrar no início dos anos 2000

Este ponto levanta a seguinte questão para Minneapolis: com pilotos do calibre de Tom Pagès, Josh Sheehan, Harry Bink, Clinton Moore e Taka Higashino, capazes de lançar voltas precisas, incluindo double flips, flairs, body varials, entre outras manobras, é possível um cenário no qual um salto seja decisivo.

E você, acredita que um salto pode fazer a diferença? Qual? A resposta virá sábado, 20 de julho. Por enquanto, deixe seu palpite escolhendo um dos pilotos na enquete abaixo...

Quem vencerá o Freestyle Moto X nos X Games Minneapolis 2018?





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