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Graham Jarvis busca quarto título no Roof of Africa
Publicado em: 30/11/2016

"Definitivamente, são os dois dias do ano que você precisa estar em sua melhor forma", alerta o britânico
Redação MotoX.com.br – Fotos: Divulgação


Graham Jarvis

A poucas horas da largada do Roof of Africa 2016, em Lesoto, Graham Jarvis se prepara para competir em busca da quarta vitória na competição. Com bons desempenhos em provas como o Erzberg e o Romaniacs nesta temporada, o britânico não esconde suas convicções: ele sabe o que é necessário para faturar o título de um dos mais difíceis enduros do mundo.

Depois de uma campanha impressionante em 2016, como você está se sentindo em relação ao Roof of Africa?

Graham Jarvis: O Roof of Africa é uma corrida especial e uma que sempre me deixa ansioso. Desde a minha primeira vitória, em 2011, é uma prova que sempre gostei de fazer. Tenho ótimas memórias ao longo dos últimos anos aqui, então seria ótimo encerrar a temporada com outra vitória em Lesoto.

O que diferencia o Roof of Africa das outras provas de extremo enduro?
GJ: Para começar, tem um formato bastante original com um pequeno prólogo no primeiro dia e dois dias longos e exigentes em trilhas pedregosas. O terreno é diferente de qualquer outro, de verdade. É tão solto que é muito difícil de conseguir tração. Também há muitas rochas, subidas e descidas, que junto do clima quente tornam tudo mais complicado.

Os dias podem ser longos no Romaniacs, mas no Roof of Africa eles são ainda mais longos. Definitivamente, são os dois dias do ano que você precisa estar em sua melhor forma.

Olhando para trás, o que você destacaria nessa temporada?

GJ: O destaque é minha vitória no Erzberg. Acho que é a maior prova do ano e minha margem de segurança foi tão boa que tornou uma grande vitória. É algo importante para mim. Tudo deu certo para mim na Áustria, mas já foi. Agora nos próximos dias todo meu foco é no Roof of Africa.

 

Você passou por grandes desafios no Roof of Africa. Qual é sua melhor memória?
GJ: Depois da minha primeira vitória, consegui a próxima dois anos depois, em 2013. Foi um ano bastante agitado, pois o calor do primeiro dia se transformou em chuvas torrenciais e ventos fortes no resto do evento. No fim da prova, estava com uma vantagem de quase uma hora sobre os outros pilotos.

No último ano, também foi uma experiência única. Sabia que seria uma disputa apertada, então não esquentei a cabeça e deixei para usar toda minha força na parte mais complicada da prova. Então, puxando o máximo que pude consegui a terceira vitória.

Com três títulos no Roof of Africa, o que falta para você celebrar a quarta vitória?
GJ: Aprendi muito nos últimos anos e sei que não sou tão rápido como os mais jovens, mas sei como controlar minha energia para gastar no momento certo. É uma decepção não ter o Wade Young esse ano, tivemos boas disputas antes. Mas além dos favoritos, sempre tem alguns pilotos sul africanos supermotivados que dariam qualquer coisa para chegar ao pódio. Então o plano é evitar erros e novamente tentar ganhar tempo nas partes mais extremas do trajeto.

A 48ª edição do Roof of Africa larga nessa sexta-feira (2), em Lesoto, na região sul do continente africano.








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