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> Competição > Enduro

Six Days Enduro 2015 - Kosice - Eslováquia
Publicado em: 15/09/2015

França vence mais uma edição da principal prova do enduro mundial
Redação MotoX.com.br - Fotos: Miki Mendéz/ Future7Media


  O Six Days Enduro 2015 agitou a pacata Kosice, na Eslováquia

E a França faturou mais um Six Days Enduro. Não com o mesmo domínio absurdo do ano passado, mas com a regularidade e a precisão dos grandes pilotos, a equipe levou novamente o “World Trophy”. A pacata cidade de Kosice, na Eslováquia, um lugar procurado por quem deseja férias tranquilas, foi agitado pela competição desde a segunda-feira (7) até o último sábado. As colinas e florestas da região foram o calvário de centenas de pilotos, incluíndo os principais nomes da modalidade. Com cerca de 500 inscritos de todo o mundo na 90ª edição - mas mais uma vez sem a presença de uma equipe brasileira -, o Six Day Enduro é o que conhecemos como as “Olimpíadas do Off Road”.

Todos os dias da programação contaram com duas rodadas, compostas por três provas especiais com quatro check points. E para estar no topo do pódio no final da aventura, não basta só velocidade: persistência e resistência também são indispensáveis.

World Trophy


Time francês conquistou mais um título no Six Days

A equipe time norte-americana causou burburinho com a vitória geral no primeiro dia de prova, mas, já no seguinte, os australianos conseguiram virar a classificação. Kailub Russell foi pela segunda vez o mais rápido entre todos os competidores, mas isso não foi suficiente para manter os "Yankees" na frente e o país do canguru assumiu a liderança na briga pelo “World Trophy” graças ao ritmo puxado por Joshua Green. Porém a vantagem australiana seguiu apertada, apenas oito segundos à frente dos EUA.

No terceiro dia a briga seguiu semelhante, com os autralianos ampliando ligeiramente a vantagem na classificação, ainda seguidos por norte-americanos e franceses. A grande mudança veio no quarto dia, com o tropeço dos Estados Unidos através dos abandonos de Kailub Russell e Thaddeus Duvall. Sorrateira e discretamente, a França aos poucos subia na classificação assumindo o segundo posto.


Mathias Bellino
No quinto dia de prova, após uma reviravolta com a restituição dos resultados de alguns pilotos que haviam sido desclassificados, o time francês assumiu a liderança e manteve a posição na disputa do tradicional motocross do sexto e último dia para conquistar o World Trophy. O time australiano foi o vice-campeão à frente da Itália.

Ao longo da competição, os franceses não foram exatamente os mais rápidos, porém foram os mais regulares. Marc Borgeois, Anthony Boissiere, Loic Larrieu, Jeremy Joly e Mathias Bellino buscavam sempre uma posição dentro do top 5 em todos os dias, em suas respectivas categorias, e cumpriram a missão com sucesso mostrando que a França continua como a grande potência do enduro mundial.

A França, com Jessica Gardiner, Tayla Jones e Audrey Rossat, subiu também ao topo do pódio com a conquista do Women´s World Trophy, da categoria feminina.

Se não levou o troféu principal por pouco após liderar a maior parte da competição, os australianos ao menos puderam comemoram o título no World Trophy Junior com o time composto por Broc Grabham, Tom Mason, Daniel Sanders e Tye Simmonds.

Entre as fábricas, a Husqvarna, representada por Jamie McCanney, Mathias Bellino e Jaume Betriu, levou a melhor.

A disputa individual nas classes E1, E2 e E3


Kailub Russell

Logo no primeiro dia de competição, o triunfo inedito do time norte-americano foi um marco histórico da prova. Kailub Russell comandou a vitória geral e na E1 à frente de Jammie McCanney. “Foi um ótimo dia para mim e para a equipe", destacou o piloto, lembrando sabiamente que ainda havia muita corrida pela frente. "Senti que estavam em desvantagem em alguns testes, porque era o primeiro a ir em muitos deles. O dia em si não foi tão difícil, mas teve trechos bastante técnicos. Se chover, as coisas vão complicar”, completou Russel.


Jamie McCanney

O norte-americano ganhou confiança na luta pelo lugar mais alto do pódio e venceu novamente no segundo dia, com Jamie McCanney repetindo a vice-liderança. Representando a Austrália, Joshua Green fez o terceiro tempo da E1. Mas a reviravolta veio durante a quarta-feira: depois de lesionar o joelho, Russell insistiu em continuar até cair novamente durante o Enduro Teste. Com a moto danificada e a despedida antecipada, o piloto desfalcou o time norte-americano, acabando com todas as chances de título do país.

Com a saída do até então líder, Jamie McCanney encontrou a deixa que precisava. O britânico venceu seguido do finlandês Eero Remes e de Joshua Green. “Foi outro dia regular, com alguns erros também. Mas depois de três dias, finalmente veio a vitória na E1”, desabafou McCanney.


Eero Remes
Eero Remes também sentiu o gostinho da vitória no quarto e no quinto dia de competição. Vale mencionar que a presença do piloto é outro ponto de destaque do evento. Depois de dois anos ausente, a Finlândia retornou a competição com um time completo: além de Remes, Antti Hellsten, Mika Barnes, Eemil Pohjola, Henric Stigell e Matias Savo integraram o time.

No último dia da prova, quem subiu ao topo do pódio da E1 foi o espanhol Josep Garcia, à frente de Jamie McCanney, que é quem nos interessa. O britânico manteve a consistência ao longo dos seis dias de competição e faturou a vitória geral da classe. “Dei o meu melhor pelo time, mas também tive que pensar no meu melhor, já que em breve vou disputar o Mundial na França. Os trajetos eram bastante cruéis na maior parte dos dias, não muito difíceis, mas exaustivos”, comentou .

A segunda posição ficou para Anthony Boissiere, da França. Cristobal Guerrero, da Espanha, fez o terceiro tempo. “O Six Days é completamente diferente do Mundial de Enduro. São muitos pilotos que você precisa ultrapassar a cada volta e sempre tem novas linhas nos trechos cronometrados. É preciso ficar atento o tempo inteiro”, avaliou Guerrero.


Ryan Sipes

Se não deu para os Estados Unidos lutar pelo World Trophy até o fim, ao menos Ryan Sipes fez as honras da casa não só sendo o mais rápido da classe E2, como de todo o enduro com o tempo total de 4h07min37seg44 . “Depois do terceiro dia, fiquei confiante com os resultados, mas no final, já está correndo de forma defensiva. Apenas queria me manter inteiro e na liderança. Vencer individualmente é muito mais do que eu podia esperar para prova”, confessou Sipes. No pódio geral da E2, Daniel Milner, da Autrália, e Loic Larrieu, da França, completaram os mais rápidos.


Daniel Sanders

Com cerca de dois minutos de vantagem sobre o francês Mathias Bellino, Daniel Sanders, da Austrália, foi o dono do menor tempo na categoria E3. O italiano Oscar Baletti completou o pódio. “As coisas se saíram melhor do que eu imaginava. No ano passado, fui 20º na geral e sétimo na E3. Esse ano cai duas vezes, mas a moto sobreviveu. Foi muito difícil, mas sair com a vitória é incrível”, contou Sanders.

Vídeos:













Classificação final - World Trophy











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