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Yamaha altera estrutura e confirma seus pilotos para o Mundial de Motocross 2020
Publicado em: 16/08/2019

Após 28 anos Team Rinaldi deixa de ser equipe oficial, mas continua no desenvolvimento das motocicletas
Redação MotoX.com.br: Lucidio Arruda - Fotos: Divulgação Yamaha

Wilvo Yamaha assume a presença da marca na classe MXGP. Kemea torna-se time oficial na MX2


Yamaha apresenta estrutura e pilotos para temporada do Mundial de Motocross 2020

A Yamaha passa por uma grande transformação na sua estrutura do Mundial de Motocross. Após quase 30 anos como proprietário da equipe oficial da marca japonesa na principal classe do Mundial de Motocross, o time liderado pelo antigo campeão mundial Michele Rinaldi deixa as competições, mas continua trabalhando diretamente com a fábrica na pesquisa e desenvolvimento das máquinas oficiais Yamaha. A Rinaldi concentrará suas operações em seu quartel general em Parma, na Itália e alguns de seus profissionais prestará suporte aos times oficiais em todas as etapas do campeonato.

Em 2019 a Yamaha contou com duas equipes oficiais na categoria MXGP. Em 2020 a Monster Energy Wilvo Yamaha MXGP será o time único na categoria e passa a se chamar Monster Energy Yamaha Factory MXGP team. Na MX2 a Kemea muda seu status de time satélite para equipe de fábrica denominada Monster Energy Yamaha Factory MX2 Team.

Pilotos


Jeremy Seewer foi vice campeão MX2 2017 e é o atual vice-líder da MXGP

Com a concentração em apenas uma equipe já era de conhecimento nos bastidores que não haveria espaço para os atuais quatro pilotos oficiais da marca na 450. O campeão mundial 2015 Romain Febre já está com contrato assinado com a Kawasaki (ao lado de Clement Desalle), o anúncio oficial deve acontecer nas próximas semanas.

Jeremy Seewer, que em 2019 foi promovido da Wilvo para a Rinaldi e é o atual vice-líder do campeonato, chegou a avançar bastante nas negociações com a Honda HRC onde correria ao lado do provável campeão 2019 Tim Gajser. O acordo chegou a ser quase concretizado segundo várias fontes internacionais, mas na última hora a Yamaha - com uma mãozinha da Monster - igualou a proposta e manteve o suíço sob suas asas.

A lado de Seewer a Yamaha alinha com os dois outros pilotos da Wilvo: o francês Gautier Paulin e o também suíço Arnaud Tonus. É um time de respeito, cujos pilotos ocupam atualmente a segunda, terceira e quarta posições na classificação do campeonato - mesmo considerando a defenestração generalizada da categoria na atual temporada.

MX2


Jago Geerts ocupa a terceira posição na classificação 2019

Na MX2 a Kemea mantém os atuais pilotos Jago Geerts (Bélgica) e Ben Watson (Grã-Bretanha). Geerts, apesar de alguma instabilidade nos resultados, ocupa a terceira posição na classificação e brilhou em vários momentos no campeonato, o principal deles na França onde venceu a primeira bateria e foi segundo na outra, perdendo o GP no desempate para Jorge Prado.

Importante lembrar que Geerts foi o único a vencer uma bateria na temporada além de Prado (24 baterias) e Thomas Kjer Olsen (3 baterias), mas também abandonou três baterias ao longo do ano. Com a provável promoção do espanhol para a MXGP, o belga automaticamente entra na lista de favoritos ao título.

Watson ocupa a sexta posição na classificação apesar de ter faltado a quatro etapas por contusão. Seus resultados em 20 baterias incluem três terceiro lugares e 10 vezes entre os cinco primeiros.



 
















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