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MX Sports confirma e volta atrás sobre Jeffrey Herlings na final do AMA MX
Publicado em: 23/08/2017

Holandês está inscrito, mas ainda depende de testes para decisão final
Redação MotoX.com.br: Lucidio Arruda - Fotos: Ray Archer / Reprodução

Hoje, por volta das 11h30, horário de Brasília, a MX Sports, organizadora do Lucas Oil AMA Motocross, confirmou a participação de Jeffrey Herlings na final do campeonato que acontece no próximo sábado em Crawfordsville, Indiana. Cerca de duas horas depois a organização soltou outra nota se desculpando pela informação que ainda não está totalmente confirmada.

+ AMA Motocross: artigo completo sobre a 11ª etapa da temporada 2017


Jeffrey Herlings e sua Full Factory KTM 450 SX-F, que não se enquadra no regulamento norte-americano

O problema é que Jeffrey Herlings ainda não tomou a decisão final sobre se corre ou não corre sua primeira prova no campeonato norte-americano. O principal detalhe é que ele não pode usar a mesma moto que compete no mundial.

Diferentes regras

O AMA Motocross e Mundial de Motocross tem diferenças importantes no regulamento sobre as permissões de equipamento. No Mundial a preparação é praticamente livre, desde que respeitados os limites de peso e cilindrada. O regulamento permite o uso de protótipos, ou seja motocicletas especialmente feitas para determinado piloto, ou que ainda não foram lançadas no mercado.

Um exemplo prático é o time Suzuki que correu com suas motos 450 baseadas na versão 2018 desde o início do campeonato. As motos ainda podem ter um quadro ou motor feitos artesanalmente sem necessariamente terem nada em comum com as motocicletas disponíveis ao público. Câmbios com menos marchas, para aliviar peso, também são bastante comuns no Mundial.

Regra de Produção


Honda RC250 M de 1982, época que os protótipos dominavam os pódios nos EUA

Nos Estados Unidos foi implantada ao final da década de 80 a chamada regra de produção. Isto é, as motocicletas devem ter uma série de componentes comuns às motocicletas no show-room da concessionária. Entre eles quadro, balança traseira, carcaça do motor, diâmetro e curso do pistão, entre outros.


Honda RC250 M de 1983
O objetivo das regras foi evitar a escalada dos custos e diminuir a distância entre os pilotos de fábrica e privados. Anos depois jogaram esse conceito fora com o favorecimento nas regras aos motores quatro tempos, mas isso é uma outra história. Protótipos especialíssimos que dominavam o pódio ianque na época, sumiram das competições.

Para homologar uma moto no campeonato, as fábricas devem ter pelo menos 400 unidades do modelo disponíveis para venda aos comuns mortais.

Dessa forma Herlings terá que usar no circuito de Ironman uma motocicleta da KTM USA, que atenda ao regulamento local. O holandês faz testes antes da etapa para saber se sente à vontade (e capaz de vencer) com um equipamento com o qual não está acostumado.

Nossa opinião

Com todo a publicidade que o caso já recebeu, não fica nada bonito para Herlings voltar atrás a essa altura da novela. A nossa aposta é de que o holandês alinha na etapa.

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