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Motocross das Nações 2017: anunciados times da Itália, Bélgica e França
Publicado em: 08/08/2017

Definidas seleções da Itália, Bélgica e França. Time norte-americano deve ser anunciado sábado em Unadilla
Redação MotoX.com.br: Lucidio Arruda - Fotos: Max Zanzani

No último final de semana, Itália e Bélgica apresentaram suas seleções para o Motocross das Nações 2017. Hoje foi a vez da França indicar seu time

O Brasil, você já sabe, vai com Fábio Santos na MXGP, Ramyller Alves na MX2 - clique aqui e confira as mudanças no time - e Eduardo Lima na Open. Santos e Ramyller competirão com Yamaha, fornecidas pelas equipes Monster Energy Yamaha / Rinaldi e JK Racing, respectivamente. Steve Dixon - organizador do evento na Inglaterra e dono de uma das equipes Kawasaki - fornecerá a moto para Dudu Lima. O chefe de equipe, como nos últimos anos, continua Manuel Carlos Hermano, o Cacau.

+ Motocross das Nações 2017: mudança de pilotos na seleção brasileira

Itália


Itália com Alessandro Lupino, Antonio Cairoli e Michele Cervellin

O time italiano foi anunciado sábado em Lommel e obviamente conta com Antonio Cairoli (KTM) na MXGP. Completando o time temos Alessandro Lupino (Honda Redmotor Assomotor) na Open e Michele Cervellin (Honda HRC) na MX2. O ex-piloto Thomas Traversini é o chefe de equipe.

Bélgica


Seleção Belga com Clement Desalle, Julien Lieber e Jeremy van Horebeek

A Bélgica apresentou uma seleção forte com grandes chances de lutar pela vitória. Chefiados pelo pentacampeão mundial Joel Smets teremos Clement Desalle (Kawasaki) na MXGP, Jeremy van Horebeek (Yamaha) na Open e Julien Lieber (LRT KTM) na MX2.

Horebeek expressou sua confiança na equipe: "Acho que teremos um grande final de semana. Nós sabemos como pilotar uma moto, sempre tivemos um time forte e sempre fomos muito motivados para o evento. O mínimo é o pódio, pois sempre fomos para vencer."

Desalle e Horebeek participaram do time vencedor em 2013 (Teutschenthal, Alemanha)

França

Há poucos dias Marvin Musquin anunciou que estava fora do evento, em virtude de uma cirurgia programada para o joelho assim que acabar o AMA Motocross. Ano passado Musquin também não escondeu seu descontentamento por não ser chamado, apesar da boa campanha que fez no AMA Motocross 250.

Mesmo sem Musquin, os atuais campeões têm um time pra lá de respeitável, com todas as condições de permanecer com a posse do Chamberlain Trophy. Gautier Paulin (Husqvarna) na MXGP, Romain Febvre (Yamaha) na Open e Dylan Ferrandis (Yamaha) na MX2.

Paulin é um veterano no evento, já disputou oito vezes e venceu várias baterias além de participar das vitórias nos três últimos anos. Febvre esteve presente em 2015 e 2016, enquanto Ferrandis correu em 2014. Os três selecionados já venceram o evento.

Estados Unidos

O time norte americano corre perigo e algumas línguas comentam aqui ou ali que seria melhor nem mandar uma equipe. O único nome certo e que já declarou a vontade de ir é Zach Osborne. Na melhor temporada de sua carreira e liderando a classe 250 (além do título espetacular no Supercross 250 Leste), Osborne é também um veterano do Mundial de Motocross, onde competiu por quatro temporadas, além de já ter feito até um Six Days Enduro.

O país está quase sem opções entre os pilotos 450. Eli Tomac, líder do campeonato, já avisou faz tempo que não vai. Blake Baggett, segundo na classificação, opera o dedão da mão assim que encerrado o nacional. Jason Anderson, com lesão nas mãos em virtude de um acidente com bicicleta, também é dúvida e possivelmente não estaria em plena forma com antecedência suficiente.

É bem provável que o país forme um time com pilotos 250 equipando dois deles com motos 450. Jeremy Martin seria uma boa opção, já que anunciou sua vontade de subir definitivamente de categoria e andou muito em Daytona, com a segunda posição após liderar a maior parte da corrida da classe principal. Aaron Plessinger e Joey Savatgy seriam outras duas opções possíveis. De qualquer forma o anúncio oficial deve acontecer no próximo sábado. Roger DeCoster é o chefe de equipe.

Demais times definidos

Porto Rico
Justin Starling (MXGP), Thomas Covington (MX2), Darian Sanayei (Open)

Nova Zelândia
Cody Cooper (MXGP), Josiah Natzke (MX2), Rhys Carter (Open)

Espanha
Jose Butron (MXGP), Iker Larranaja Olano (MX2), Jorge Prado (Open)

Irlanda
Graeme Irwin (MXGP), Martin Barr (MX2), Stuart Edmonds (Open)

Canadá
Colton Facciotti (MXGP), Shawn Maffenbeier (MX2), Tyler Medaglia (Open)










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