X Fechar
foto

X Fechar
foto
Clique e saiba mais
Clique e saiba mais
Clique e saiba mais
Clique e saiba mais
Clique e saiba mais
Clique e saiba mais


>Competição > Motocross Internacional

Starcross Mantova 2013 - Itália
Publicado em: 28/01/2013
Clique e saiba mais

Kevin Strijbos, da Bélgica, dominou as três baterias decisivas do Starcross com sua Suzuki
Redação MotoX.com.br - Carolina Arruda - Fotos: Divulgação / ICE1Racing

As classes MX1 e MX2 competiram juntas e esboçaram o ritmo da temporada 2013 do Campeonato Mundial de Motocross


Xavier Boog (KTM) e Kevin Strijbos (Suzuki)


Clement Desalle
Neste final de semana, a cidade cenário de Sheakspeare, Mantova, na Itália, tornou-se palco da clássica corrida de abertura da temporada internacional de motocross: o 30ª Airoh Starcross. Durante o ensolarado sábado de classificatórias, 58 competidores de 18 países batalharam para largar no domingo entre os melhores na pista conhecida pela velocidade, saltos e costelas.

No evento em que os pilotos voltam ao clima das competições, a ausência de Antônio Cairoli e Jeffrey Herlings, - atuais campeões MX1 e MX2 respectivamente - deixou as disputas abertas na briga por um lugar no pódio ao fim da competição no domingo. Numa prévia do que virá a ser o Mundial de Motocross, as categorias MX1 e MX2 competiram juntas e ao fim de cada uma das três baterias os pilotos da classe MX1 dominavam os primeiros lugares.

Guardando energia durante o sábado, com um desempenho na média ao decorrer do dia, Kevin Strijbos classificou-se em terceiro; para no domingo não dar chances a nenhum outro piloto e vencer invicto o Starcross 2013. Com um desempenho excelente, sem erros, o piloto belga venceu as três baterias, ultrapassando quem estivesse no caminho até o lugar mais alto do pódio – um ótimo começo de temporada para a Suzuki.


Kevin Strijbos


Max Nagl
“Estou surpreso com o desenrolar desse fim de semana. Sábado estava penando para encontrar meu ritmo e alcançar bons tempos. Mas domingo eu decolei e ganhei tudo, tive bons começos e encontrei uma tocadaque funcionou bem durante o dia”, declarou Strijbos. “Estou feliz por ter vencido a corrida, mas também vi em que preciso melhorar até a primeira etapa do mundial”, encerrou o piloto Suzuki.

Representando a Honda, Evgeny Bobryshev da Rússia, teve um desempenho consistente. Na primeira bateria, depois de não conseguir desviar do tombo do antigo companheiro português Rui Gonçalves e ficar para trás, fora dos 20 primeiros, o piloto russo conseguiu se recuperar e encerrar com a 13ª posição. Já na segunda bateria, Bobryshev acelerou tudo e alcançou o terceiro lugar, para na final subir uma posição, sem dificuldades, encerrando o dia com a segunda colocação na geral.

“Na final eu tive um bom começo, mas o Desalle me passou e enquanto eu tinha que brigar com Max(Nagl), ele tinha que brigar com o Desalle também, ai os dois se chocaram num pulo e caíram. Liderei por um tempo, mas o Strijbos me alcançou”, declarou Bobryshev. “Com certeza é muito bom chegar ao pódio e estar de volta às corridas. Ainda tenho que melhorar minha velocidade, mas foi um fim de semana estável, estou bem feliz”, encerrou o piloto Honda.
 

Evgeny Bobryshev


Xavier Boog e Evgeny Bobryshev
Em terceiro na geral, o estoniano Tanel Leok (satélite Honda) completou o pódio. Jeremy van Horebeek e Gautier Paulin, ambos da Kawasaki, fecharam o top 5, em quarto e quinto, respectivamente, para a alegria da marca verde.

Clemente Desalle, Suzuki, que durante o fim de semana se manteve consistente entre os cinco primeiros, não teve tanta sorte na última bateria. Em uma colisão aérea com Max Nagl, a chance de pódio foi pelos ares e em uma corrida de recuperação, Desalle conseguiu terminar em sétimo, atrás de Xavier Boog, da KTM.

“Apesar de bater com o Max Nagl na última corrida, meu fim de semana foi bom. É legal voltar a competir, além disso aprendemos coisas interessantes sobre a moto depois de tentar várias configurações. Também estou feliz de não estar machucado depois do tombo e espero que Max fique bem também. Agora estou focado em treinar para o começo do Mundial”, declarou o belga da Suzuki.

E definitivamente não foi o fim de semana de ouro para o alemão Max Nagl. No sábado, o piloto Honda ganhou a classificatória com vantagem de sete segundos, mas a sorte mudou no domingo: quinto lugar na primeira bateria, um tombo que custou posições na segunda e uma colisão que o deixou de fora da final.


Pódio

Na categoria MX2 - com as disputas praticamente ofuscadas pela classe principal - Glenn Coldenhoff, Jeremy Seewer e Romain Febvre, respectivamente, ocuparam os três primeiros lugares no pódio final.

MX1

Primeira bateria:
1. Kevin Strijbos (BEL - Suzuki) 20:17.364
2. Clement Desalle (BEL - Suzuki) 20:28.364
3. Gaultier Paulin (FR - Kawasaki) 20:30.667
4. Jeremy Vanhorebeek (BEL - Kawasaki) 20:37.547
5. Max Nagl (GER - Honda) 20:46.841.

Segunda bateria:
1. Kevin Strijbos (BEL - Suzuki) 20:39.732
2. Tanel Leok (EST - Honda) 20:49.561
3. Evgeny Bobryshev (RUS - Honda) 20:55.405
4. Clement Desalle (BEL - Suzuki) 20:57.875
5. Xavier Boog (FR - KTM) 20:59.460.

Terceira bateria:
1. Kevin Strijbos (BEL - Suzuki) 20:43.410
2. Evgeny Bobryshev (RUS - Honda) 20:44.889
3. Xavier Boog (FR - KTM) 20:57.367
4. Jeremy Vanhorebeek (BEL - Kawasaki) 21:00.869
5. Gautier Paulin (FR - Kawasaki) 21:04.123.

Classificação Geral:
1. Kevin Strijbos (BEL - Suzuki) 75pts.
2. Evgeny Bobryshev (RUS - Honda) 52pts.
3. Tanel Leok (EST - Honda) 52pts.
4. Jeremy Vanhorebeek (BEL - Kawasaki) 51pts.
5. Gautier Paulin (FR - Kawasaki) 50pts.
6. Xavier Boog (FR - KTM) 45pts.
7. Clement Desalle (BEL - Suzuki) 42pts.


Jeremy van Horebeek

MX2

Classificação Geral:
1. Glenn Coldenhoff (NLD - KTM) 75pts.
2. Jeremy Seewer (CHE - Suzuki) 58pts.
3. Romain Febvre (FRA - KTM) 57pts.
4. Priit Ratsep (EST - KTM) 51pts
5. Stefan Kjer Olsen (DNK - Honda) 49pts
6. Karl Olsson (SWE – Honda) 45 pts
7. Pascal Rauchenecker (AUT – KTM) 42pts.






© 2000 - 2020 MotoX MX1 Internet