X Fechar
foto

X Fechar
foto
Clique e saiba mais
Clique e saiba mais
Clique e saiba mais
Clique e saiba mais
Clique e saiba mais
Clique e saiba mais
Clique e saiba mais


>Competição > Mundial de Motocross

2020 Itália - Faenza - 6 e 7ª etapas - GP da Itália e Cittá di Faenza
Publicado em: 09/09/2020
Clique e saiba mais

Circuito de Faenza marca reviravoltas nas disputas da MXGP e MX2, incluindo a saída de Jeffrey Herlings da briga
Redação MotoX.com.br - Carolina Arruda – Fotos: Juan Pablo Acevedo / Bavo Swijgers/ Ray Archer

Chegou a vez da Itália sediar a maratona do Mundial de Motocross 2020: o país recebe nada mais, nada menos que a sequência de seis etapas do campeonato durante o mês de setembro e início de outubro. O circuito de Faenza recepciona da sexta à oitava etapa, enquanto Mantova será o palco das rodadas restantes, antes da caravana seguir para Espanha, Bélgica e retornar para a Itália em novembro.

6ª etapa – GP da Itália (Faenza)

MXGP


Jeffrey Herlings

Na largada da primeira bateria, Ivo Monticelli fez o holeshot, mas ainda na primeira volta cometeu um erro, abrindo caminho para Jorge Prado chegar à liderança, seguido de Jeffrey Herlings e Clement Desalle.

Não demorou para Cairoli chegar ao pelotão e logo na segunda volta o trio da KTM controlava a prova. Mais atrás, Jeremy Seewer e Gautier Paulin empurraram Desalle para trás – o piloto ainda seria ultrapassado por Jeremy Seewer, Tim Gajser e brigaria corpo a corpo com Glenn Coldenhoff, indo para o pitlane, até finalizar em 11º.


Jeremy Seewer

Na oitava volta, Herlings se aproximou de prado e começou a fechar o cerco para o espanhol, enquanto Cairoli tentava se defender de Seewer. Foi quando as apostas esquentaram e a diferença entre os ponteiros ficou mínima. Mais próximo do final, Herlings conseguiu dar a cartada final e assumir a liderança e Prado caiu nas garras de Cairoli e Seewer – quando o italiano conseguiu a ultrapassagem sobre Prado, Seewer aproveitou o embalo e assumiu a vice-liderança. Da ponta, após bater em uma raiz e ir ao chão, Prado caiu para fora do pódio e encerrou em quarto.


Tim Gajser
Há duas voltas do fim, a diferença entre os ponteiros era de menos de dois segundos, mas Herlings manteve a liderança, ficando com a vitória, seguido de Seewer e Cairoli.

Na segunda bateria, Prado abocanhou o holeshot e seguiu na liderança, mas já com Herlings logo atrás. Seewer e Cairoli novamente atrás dos líderes, mas dessa vez Cairoli cometeu um erro e caiu várias posições ainda na primeira volta – o italiano precisou gastar energia para retornar ao pelotão, acompanhando de Tim Gajser e Gautier Paulin. Ainda no início da prova, o francês bateu a perna e foi arremessado para os banners da pista, perdendo a quarta posição e ficando fora dos dez primeiros.

A briga pela quarta posição entre Gajser e Cairoli seguiu por toda prova, até a Romain Febvre entrar no meio, empurrando Gajser para o quinto posto e perseguindo Cairoli pelo top 3. Na 13ª volta, Herlings conseguiu encontrar espaço para a ultrapassar Prado – que cansado deixou o caminho livre para a concorrência passar: Seewer subiu para a segunda posição, à caça de Herlings, Cairoli subiu para terceiro seguido de Febvre e Gajser.

Com o resultado, Herlings consolidou sua liderança na categoria, com mais de 60 pontos sobre Cairoli.

Jeffrey Herlings: “Eu me senti bem o dia todo. A velocidade dos dez primeiros é inacreditável. Todos estão tão próximos uns dos outros e as largadas realmente foram fundamentais. Foi difícil passar o Jorge (Prado), porque ele andava nas linhas defensivas. Nas duas baterias, a oportunidade veio quando ele começou a se cansar. Será uma semana emocionante, eu acho. A pista ainda pode ficar mais acidentada para ter mais linhas de ultrapassagem, mas eles fizeram uma boa manutenção com a rega e a pista estava segura, o que é o mais importante.”

Jeremy Seewer: “Eu estraguei a primeira largada, já que fui com muita sede ao pote, sai em 10º. Mas me senti bem e consegui recuperar, alcancei os líderes e terminei atrás do Jefrey (Herlings). Gastei bastante energia, porque não tive tempo para descansar, já que tive que ultrapassar pilotos durante toda a prova. Então por isso, fiquei feliz de fazer uma boa largada na segunda bateria, saindo em quarto e depois passando Cairoli. Fiz toda a corrida atrás do Jeffrey, mas como ele mesmo disse, é super difícil de passar aqui, então não consegui encontrar um espaço e ele não cometeu erros. Então fiquei com o segundo posto.”


Antônio Cairoli

Antônio Cairoli:
“O dia começou mal para mim durante os treinos, não me senti bem com meu joelho. Na primeira prova, minha largada não foi tão ruim, mas o Ivo Monticeli realmente abriu na curva e quase nos batemos. Então tive que frear e fui para oitavo. Precisei reagrupar com o Prado e o Herlings. O ritmo estava forte, mas consegui alcançá-los. Nas duas baterias, Jeremy Seewer estava rápido e me passou. Na segunda bateria, eu fiz uma boa largada e sai em quarto, mas cometi um erro, precisei reagrupar de novo. Encontrei um bom ritmo e tentei atacar nas últimas voltas, mas novamente faltou tempo. Mas estou feliz por que essa pista é difícil. Não é uma das minhas favoritas, e ainda temos mais duas provas aqui, espero melhorar.”

MX2


Tom Vialle

Tom Vialle começou a etapa conquistando seu sétimo holeshot da temporada na primeira bateria da MX2. O trio Jago Geerts, Maxime Renaux e Mathys Boisrame largou logo atrás do líder. Perto da sétima volta a corrida começou a ficar mais interessante entre os ponteiros: Conrad Mewse ultrapassou Boisrame, enquanto Vialle marcou a volta mais rápida da prova, abrindo uma vantagem de quatro segundos sobre Geerts.

Mais algumas voltas, e Vialle perdeu a frente da moto, entregando a liderança para Geerts que partiu para a vitória com mais de sete segundos sobre Maxime Renaux e Mathys Boisrame. Tom Vialle caiu para a quarta posição, à frente de Conrad Mewse e Jed Beaton.


Jago Geerts

Na segunda bateria, Geerts fez o holeshot, mas ainda na primeira volta errou. Quem faturou em cima, foi Maxime Renaux que assumiu a liderança, seguido de Tom Vialle. O trio ditou o ritmo da prova, com Renaux confortável na ponta e Geerts brigando pela vice-liderança contra Vialle.

Renaux completou a etapa com uma prova memorável. O francês administrou a sangue frio as investidas de Vialle e Geerts. A três voltas do fim, Vialle apertou a diferença para cerca de um segundo entre os dois e Renaux não se abalou, segurando a vitória da bateria. Mathys Boisrame completou em quarto, seguido de Roan Van De Moosdijk e Jed Beaton, respectivamente.

Pelo campeonato, a briga esquentou: apenas três pontos separam Vialle, da KTM, de Geerts, da Yamaha. Renaux manteve o terceiro posto no ranking.


Maxime Renaux

Maxime Renaux: “Foi incrível. Uma das melhores corridas da minha vida, com certeza. Consegui uma boa largada na segunda bateria e liderei toda a prova. Foi bastante difícil, aqui é quente, então fisicamente foi exigente, mas consegui administrar tudo isso. Estou feliz.”

Jago Geerts: “Foi um bom dia hoje. Eu ganhei a primeira prova, então fiquei muito feliz com isso e minha pilotagem foi boa. Na segunda bateria, fiz o holeshot, mas na primeira curva, cometi um erro e caí para terceiro. Depois disso, apenas mantive um bom ritmo e tentei fazer as ultrapassagens, mas foi complicado...fiquei em terceiro. Estou feliz com a segunda colocação geral.”

Tom Vialle:
“No começo da segunda prova, não estava tão bem e o Maxime (Renaux) abriu uma vantagem, mas consegui encontrar meu ritmo e alcançá-lo. Nas últimas três voltas, puxei para ultrapassar o Maxime, mas ele não cometeu erros e estava correndo muito bem, então terminar em terceiro não é tão ruim."

7ª etapa – GP da Cittá di Faenza (Faenza)


Jeffrey Herlings

Dando continuidade a sequência de provas em solo italiano, a sétima etapa veio com um misto de alegria e tristeza para a equipe austríaca. Jorge Prado faturou sua primeira vitória overall na categoria, mas a KTM não viu a estrela Jeffrey Herlings largar. O holandês caiu durante os treinos durante a aterrisagem de um pulo e foi levado ao hospital para avaliação.

“Jeffrey caiu durante a quarta volta dos treinos. Ele bateu forte com a cabeça, mas recuperou a sensibilidade nos braços e nas pernas muito rapidamente, mas ainda assim foi para o hospital para exames. Ainda não vimos todos os resultados, mas ele já recebeu alta do hospital. Estamos falando deum compressão muito forte no pescoço, vértebras e um hematoma no ombro. Então nesta quinta, ele retornará para a Bélgica para mais exames. A recuperação levará algumas semanas, ainda não temos uma data exata para o retorno”, adiantou Dirk Grubel, chefe de equipe. A ausência de Herlings na próxima etapa já está confirmada e com isso o holandês deve perder a liderança da categoria. 

MXGP


Mitch Evans

Quando o gate da MXGP caiu, Jorge Prado fez o holeshot, seguido de Mitch Evans, Jeremy Seewer, Romain Febvre e Cairoli. Entre os ponteiros, o piloto da Honda impressionou ao apertar Prado na briga pela liderança. Mais atrás, Arminas Jasikonis se envolveu numa queda em grupo ainda na primeira volta e precisou focar em uma prova de recuperação, saindo dos 20 primeiros.

Já na terceira volta, Seewer ultrapassou Evans pela segunda posição, então Febvre também passou o australiano que ainda seria deixado para trás por Cairoli e Tim Gajser. Mais adiante Seewer assumiu a ponta e foi embora, abriu a distância para três segundos de vantagem e ao final já contava com seis segundos de respiro. Prado ainda precisou defender o segundo posto de Febvre, que completou o top 3. Cairoli fechou em quarto, seguido de Gajser e Coldenhoff em sexto.


Jorge Prado

Instabilidade marcou a segunda bateria da classe. Prado e Cairoli saíram na frente, enquanto Seewer largou mal, abaixo dos 14 primeiros, sendo obrigado a fazer uma prova de recuperação para brigar pelo pódio na somatória. Prado assumiu a ponta, enquanto Gajser ultrapassou o italiano pela segunda posição e foi à caça de Prado. Mais atrás Seewer conseguiu subir para o sétimo posto, atrás de Desalle, onde sofreu por um bom tempo até conseguir a ultrapassagem. E na quinta volta, Gajser ultrapassou Prado com Cairoli em terceiro e Mitch Evans em quarto.


Romain Febvre

Com Gajser na liderança, Prado não desistiu de brigar pela vitória e a distância entre ambos até o final da prova permaneceu mínima. O piloto da Honda conquistou sua primeira vitória no circuito de Faenza, seguido de Prado e Cairoli em terceiro. Evans conseguiu terminar entre os ponteiros, depois de muitas provas largando na frente e cedendo lugar à trapalhadas. Glenn Coldenhoff, com resultados mais tímidos nas últimas etapas, completou em quinto, à frente de Romain Febvre e Jeremy Seewer.

O dia foi especial para Prado que conquistou sua primeira vitória overall no campeonato. Pela etapa, Gajser faturou o segundo lugar à frente de Seewer.

Mesmo sem completar a etapa, Herlings ainda segura a liderança da classe com 263 pontos, seguido de Cairoli com 241 e Gajser com 237. A ausência do holandês deve esquentar e equilibrar a briga por pontos na próxima etapa - enquanto a KTM corre o risco de perder o domínio da categoria para outras concorrentes como a Honda ou a Yamaha. 

Jorge Prado: “Já ter feito um pódio na Letônia foi um grande feito para mim, depois de um começo de ano complicado, e agora consigo essa vitória. Vencer é tão difícil porque você tem que completar duas boas baterias e duas boas largadas, e os caras aqui estão puxando o cabo! Em cada corrida você dá tudo que tem até a última volta. Tive duas boas largadas e apenas dois pequenos erros que me poderiam me custar a vitória. De toda forma, estou muito feliz porque a última bateria foi dura, estava fazendo o máximo que podia e realmente queria vencer, mas estou muito feliz!”

“Completar uma bateria de 35 minutos nessa pista já é exigente e batalhar com esses caras até a última volta é ainda mais desafiador. Se você vai um pouco mais devagar, os outros já te passam. E se um te passa, todos os outros te ultrapassam.”


Tim Gajser

Tim Gajser: “Estar de volta na frente é ótimo. Nas últimas etapas, me atrapalhei bastante e tive um pouco de azar, com vários erros. Então hoje estou muito satisfeito, fiz o meu melhor e terminei em quinto na primeira bateria e na segunda fiquei com a vitória! Então estou feliz.”

Jeremy Seewer: “O dia começou bem. Na primeira bateria, fiz uma boa largada, tive um bom ritmo, pude assumir a liderança e finalmente ganhei uma prova. Me senti muito bem entre os ponteiros da MXGP. E depois a segunda bateria começou de um jeito horrível. Nem consigo explicar o quão mal comecei. A rotação da minha moto simplesmente caiu e não sai do lugar, então tive que começar lá de trás. Gerenciei bem a situação, mas depois ultrapassar o Desalle é difícil demais! Fiquei preso atrás dele por algumas voltas. Depois fui atrás de alcançar o Romain (Febvre) e tive uma pequena queda. E foi isso, apesar de tudo terminei no pódio e o saldo foi positivo. Estou ansioso para a próxima etapa.”

MX2


Tom Vialle

Na primeira bateria, Tom Vialle e Jago Geerts saíram na frente, com Vialle faturando o holeshot. Mais atrás, Roan Van de Moosdijk e Mikkel Haarup se envolveram em uma colisão. Van de Moosdijk retornou para a prova sem o companheiro de equipe.

Mattia Guadagnini, da Husqvarna Junior Racing Maddii, surpreendeu ao assumir a liderança no início da prova, empurrando Vialle, Geerts e Maxime Renaux para trás. Renaux ainda conseguiu ultrapassar Geerts, que precisou se defender de Mathys Boisrame para segurar o quarto posto.


Maxime Renaux e Jago Geerts

Pouco a pouco, Vialle passou apertar o ritmo de Guadagnini, que ainda cedeu a pressão de Renaux e Geerts...até cair para a sexta posição, distante dos ponteiros. Vialle se consolidou na liderança, com Renaux gastando energia para se defender de Geerts, terceiro colocado. Boisrame completou em quarto e Thomas Kjer Olsen reapareceu entre o top 5 ao final da prova.


Mathys Boisrame
Disparando novamente na frente, Vialle acumulou também o holeshot da segunda bateria – seguido por Geerts, Renaux e Jed Beaton. Mathys Boisrame entrou no pelotão para desestabilizar: após Beaton ultrapassar Renaux, Boisrame passou um por um até chegar ao terceiro posto e daí partir para cima de Geerts.

Na oitava volta o drama começou. Renaux caiu para a sétima posição e Geerts foi ao chão, recomeçando do 13º lugar e recuperando até o nono. Ao final da prova, o azar atingiu Boisrame que sofreu forte queda e não retornou para a prova.
O cenário ficou mais confortável para Vialle que abriu mais de dez segundos de vantagem sobre Beaton e Olsen, que completou o top 3. Renaux conseguiu recuperar até o quarto posto.

No pódio, Vialle subiu no lugar mais alto, com Renaux em segundo e Olsen em terceiro. Na briga pelo título, o piloto da KTM lidera com 21 pontos sobre Geerts.

Tom Vialle: “Hoje foi um ótimo dia. Mantive o foco durante todo o dia. Na primeira bateria, fiz o holeshot e passei o Mattia Guadagnini depois de algumas voltas, o restante da corrida foi pra sair com a vitória. A segunda bateria foi mais difícil porque o Jago (Geerts) estava forçando pra cima de mim e eu tentando manter o foco, não errar, poque as raízes estavam bem fundas. Mas estava me sentindo bem. Primeira vez com vitória absoluta e estou muito feliz!”

Maxime Renaux: “A primeira prova foi muito boa. Consegui uma boa largada e depois fui para a segunda posição. Tentei alcançar o Tom (Vialle), mas ele já estava bem a frente e não consegui. Na segunda prova, comecei bem também, mas não encontrei o rimto e levei tempo até engrenar, daí eu cai. Depois disso eu só tentei ficar em cima da moto e não cair mais, administrei para salvar um quarto lugar e levar o segundo geral, então foi um bom dia”.

Thomas Kjer Olsen: “Definitivamente, durante todo o ano eu sofri com lesões e retornos. Mas agora estou começando a correr sem dores e me sentir bem de forma geral, agora consigo me concentrar de novo. Está levando um tempo até a intensidade que eu tinha voltar, mas estou muito feliz com esse pódio porque estou sentindo que estou melhorando e hoje foi incrível. Como todos disseram, a segunda bateria foi super difícil, eu estava tentando só correr bem e não fazer nenhuma trapalhada. Deu certo! Vi que muitos caras caíram, então estou feliz pelo pódio, pela equipe e por mim”.

Resultados

6ª etapa - GP da Itália

MXGP - Grand Prix 1ª bateria – Top 10
1. Jeffrey Herlings (NED, KTM), 35:19.086;
2. Jeremy Seewer (SUI, Yamaha), +0:04.449;
3. Antonio Cairoli (ITA, KTM), +0:05.809;
4. Jorge Prado (ESP, KTM), +0:18.901;
5. Gautier Paulin (FRA, Yamaha), +0:20.460;
6. Romain Febvre (FRA, Kawasaki), +0:27.508;
7. Glenn Coldenhoff (NED, GASGAS), +0:29.307;
8. Tim Gajser (SLO, Honda), +0:34.581;
9. Mitchell Evans (AUS, Honda), +0:39.860;
10. Arminas Jasikonis (LTU, Husqvarna), +0:40.323.

MXGP - Grand Prix 2ª bateria – Top 10
1. Jeffrey Herlings (NED, KTM), 35:18.731;
2. Jeremy Seewer (SUI, Yamaha), +0:01.973;
3. Antonio Cairoli (ITA, KTM), +0:07.461;
4. Romain Febvre (FRA, Kawasaki), +0:09.053;
5. Tim Gajser (SLO, Honda), +0:09.691;
6. Jorge Prado (ESP, KTM), +0:23.291;
7. Mitchell Evans (AUS, Honda), +0:45.795;
8. Glenn Coldenhoff (NED, GASGAS), +0:48.674;
9. Arminas Jasikonis (LTU, Husqvarna), +0:51.293;
10. Alessandro Lupino (ITA, Yamaha), +0:56.253.

MXGP - Top 10 GP
1. Jeffrey Herlings (NED, KTM), 50 pontos;
2. Jeremy Seewer (SUI, YAM), 44 p.;
3. Antonio Cairoli (ITA, KTM), 40 p.;
4. Romain Febvre (FRA, KAW), 33 p.;
5. Jorge Prado (ESP, KTM), 33 p.;
6. Tim Gajser (SLO, HON), 29 p.;
7. Glenn Coldenhoff (NED, GAS), 27 p.;
8. Mitchell Evans (AUS, HON), 26 p.;
9. Gautier Paulin (FRA, YAM), 26 p.;
10. Arminas Jasikonis (LTU, HUS), 23 p.

MX2 - Grand Prix 1ª bateria – Top 10
1. Jago Geerts (BEL, Yamaha), 36:03.347;
2. Maxime Renaux (FRA, Yamaha), +0:07.292;
3. Mathys Boisrame (FRA, Kawasaki), +0:09.304;
4. Tom Vialle (FRA, KTM), +0:09.701;
5. Conrad Mewse (GBR, KTM), +0:10.221;
6. Jed Beaton (AUS, Husqvarna), +0:25.871;
7. Stephen Rubini (FRA, Honda), +0:27.334;
8. Jan Pancar (SLO, KTM), +0:28.862;
9. Thomas Kjer Olsen (DEN, Husqvarna), +0:35.243;
10. Morgan Lesiardo (ITA, KTM), +0:52.644.

MX2 - Grand Prix 2ª bateria – Top 10
1. Maxime Renaux (FRA, Yamaha), 35:45.835;
2. Tom Vialle (FRA, KTM), +0:03.359;
3. Jago Geerts (BEL, Yamaha), +0:08.329;
4. Mathys Boisrame (FRA, Kawasaki), +0:27.441
; 5. Roan Van De Moosdijk (NED, Kawasaki), +0:28.610;
6. Jed Beaton (AUS, Husqvarna), +0:29.501;
7. Thomas Kjer Olsen (DEN, Husqvarna), +0:30.451;
8. Mattia Guadagnini (ITA, Husqvarna), +0:32.842;
9. Ben Watson (GBR, Yamaha), +0:35.621;
10. Ruben Fernandez (ESP, Yamaha), +0:57.942.

MX2 - GP Top 10
1. Maxime Renaux (FRA, YAM), 47 pontos;
2. Jago Geerts (BEL, YAM), 45 p.;
3. Tom Vialle (FRA, KTM), 40 p.;
4. Mathys Boisrame (FRA, KAW), 38 p.;
5. Jed Beaton (AUS, HUS), 30 p.;
6. Thomas Kjer Olsen (DEN, HUS), 26 p.;
7. Stephen Rubini (FRA, HON), 24 p.;
8. Jan Pancar (SLO, KTM), 22 p.;
9. Conrad Mewse (GBR, KTM), 20 p.;
10. Mattia Guadagnini (ITA, HUS), 19 p.

7ª etapa - Cittá di Faenza

MXGP - Grand Prix 1ª bateria – Top 10
1. Jeremy Seewer (SUI, Yamaha), 35:00.143;
2. Jorge Prado (ESP, KTM), +0:15.681;
3. Romain Febvre (FRA, Kawasaki), +0:34.451;
4. Antonio Cairoli (ITA, KTM), +0:36.731;
5. Tim Gajser (SLO, Honda), +0:40.143;
6. Glenn Coldenhoff (NED, GASGAS), +0:46.374;
7. Alessandro Lupino (ITA, Yamaha), +0:48.024;
8. Gautier Paulin (FRA, Yamaha), +0:49.952;
9. Mitchell Evans (AUS, Honda), +0:50.234;
10. Arminas Jasikonis (LTU, Husqvarna), +1:00.342.

MXGP - Grand Prix 2ª bateria – Top 10
1. Tim Gajser (SLO, Honda), 35:30.119;
2. Jorge Prado (ESP, KTM), +0:04.289;
3. Antonio Cairoli (ITA, KTM), +0:05.114;
4. Mitchell Evans (AUS, Honda), +0:07.098;
5. Glenn Coldenhoff (NED, GASGAS), +0:08.679;
6. Romain Febvre (FRA, Kawasaki), +0:13.530;
7. Jeremy Seewer (SUI, Yamaha), +0:14.697;
8. Arminas Jasikonis (LTU, Husqvarna), +0:39.999;
9. Clement Desalle (BEL, Kawasaki), +0:43.128;
10. Gautier Paulin (FRA, Yamaha), +0:48.777.

MXGP - Top 10 GP
1. Jorge Prado (ESP, KTM), 44 pontos;
2. Tim Gajser (SLO, HON), 41 p.;
3. Jeremy Seewer (SUI, YAM), 39 p.;
4. Antonio Cairoli (ITA, KTM), 38 p.;
5. Romain Febvre (FRA, KAW), 35 p.;
6. Glenn Coldenhoff (NED, GAS), 31 p.;
7. Mitchell Evans (AUS, HON), 30 p.;
8. Arminas Jasikonis (LTU, HUS), 24 p.;
9. Gautier Paulin (FRA, YAM), 24 p.;
10. Alessandro Lupino (ITA, YAM), 23 p.

MXGP – Top 10 Ranking
1. Jeffrey Herlings (NED, KTM), 263 pontos;
2. Antonio Cairoli (ITA, KTM), 241 p.;
3. Tim Gajser (SLO, HON), 237 p.;
4. Jeremy Seewer (SUI, YAM), 217 p.;
5. Arminas Jasikonis (LTU, HUS), 210 p.;
6. Glenn Coldenhoff (NED, GAS), 204 p.;
7. Jorge Prado (ESP, KTM), 197 p.;
8. Gautier Paulin (FRA, YAM), 179 p.;
9. Romain Febvre (FRA, KAW), 172 p.;
10. Clement Desalle

MX2 - Grand Prix 1ª bateria – Top 10
1. Tom Vialle (FRA, KTM), 35:25.198;
2. Maxime Renaux (FRA, Yamaha), +0:02.327;
3. Jago Geerts (BEL, Yamaha), +0:04.570;
4. Thomas Kjer Olsen (DEN, Husqvarna), +0:21.659;
5. Mathys Boisrame (FRA, Kawasaki), +0:28.291;
6. Mattia Guadagnini (ITA, Husqvarna), +0:28.668;
7. Stephen Rubini (FRA, Honda), +0:36.988;
8. Ruben Fernandez (ESP, Yamaha), +0:38.234;
9. Ben Watson (GBR, Yamaha), +0:39.327;
10. Conrad Mewse (GBR, KTM), +0:51.162.

MX2 - Grand Prix 2ª bateria – Top 10
1. Tom Vialle (FRA, KTM), 34:23.246;
2. Jed Beaton (AUS, Husqvarna), +0:06.470;
3. Thomas Kjer Olsen (DEN, Husqvarna), +0:09.420;
4. Maxime Renaux (FRA, Yamaha), +0:29.500;
5. Stephen Rubini (FRA, Honda), +0:31.200;
6. Conrad Mewse (GBR, KTM), +0:32.208;
7. Ruben Fernandez (ESP, Yamaha), +0:37.841;
8. Mattia Guadagnini (ITA, Husqvarna), +0:42.166;
9. Jago Geerts (BEL, Yamaha), +0:47.968;
10. Jan Pancar (SLO, KTM), +0:49.582.

MX2 - GP Top 10 
1. Tom Vialle (FRA, KTM), 50 pontos;
2. Maxime Renaux (FRA, YAM), 40 p.;
3. Thomas Kjer Olsen (DEN, HUS), 38 p.;
4. Jago Geerts (BEL, YAM), 32 p.;
5. Jed Beaton (AUS, HUS), 31 p.;
6. Stephen Rubini (FRA, HON), 30 p.;
7. Mattia Guadagnini (ITA, HUS), 28 p.;
8. Ruben Fernandez (ESP, YAM), 27 p.;
9. Conrad Mewse (GBR, KTM), 26 p.; 10. Ben Watson (GBR, YAM), 22 p.

MX2 - Top 10 Ranking 
1. Tom Vialle (FRA, KTM), 307 pontos;
2. Jago Geerts (BEL, YAM), 286 p.;
3. Maxime Renaux (FRA, YAM), 236 p.;
4. Jed Beaton (AUS, HUS), 209 p.;
5. Mathys Boisrame (FRA, KAW), 182 p.;
6. Roan Van De Moosdijk (NED, KAW), 177 p.;
7. Ben Watson (GBR, YAM), 161 p.;
8. Thomas Kjer Olsen (DEN, HUS), 153 p.;
9. Conrad Mewse (GBR, KTM), 141 p.;
10. Ruben Fernandez (ESP, YAM), 130 p.










© 2000 - 2020 MotoX MX1 Internet