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Silly Season MXGP: quem já mudou de equipe e quem vai mudar
Publicado em: 15/08/2018

Movimentação e boatos sobre as equipes aumentam com a proximidade do final da temporada
Redação MotoX.com.br: Lucidio Arruda - Fotos: Divulgação / Fábricas


Arnaud Tonus renovou com a Wilvo Yamaha, apesar de não ter corrido este ano

Estamos nos encaminhando para a reta final da temporada 2018 do Mundial de Motocross e ainda há muitas vagas em disputa na formação das equipes para o ano que vem. Vamos a um resumo do que já foi confirmado oficialmente e os rumores sobre as possíveis mudança que devem ocorrer em breve.

KTM

Antonio Cairoli tem contrato até a temporada de 2020. A fábrica também já tem Jeffrey Herlings assegurado por mais vários anos. Glenn Coldenhoff foi dispensado do time oficial, mas a própria fábrica tratou de lhe arrumar uma vaga na equipe satélite Standing Construct KTM ao lado de Valentin Guillod. Ventila-se que Kevin Strijbos, o piloto mais "idoso" do campeonato ao lado de Cairoli, deve se aposentar.


Glenn Coldenhoff

A saída de Coldenhoff abre espaço para Pauls Jonass subir para a categoria principal. Ele já manifestou publicamente várias vezes que deseja correr de 450 num futuro próximo, conquistando ou não o segundo título na 250. Na classe MX2 a marca austríaca deve recrutar algum de seus novos pupilos do Europeu de 125 ou EMX250 ao lado do espanhol Jorge Prado.

Yamaha


Jeremy Seewer continua de Yamaha, mas com a estrutura de Michele Rinaldi a partir de 2019

O time oficial Monster Energy Yamaha, chefiado por Michele Rinaldi, mantém Romain Febvre, mas troca o Jeremy no próximo ano. Sai o belga Jeremy Van Horebeek para entrada do suíço Jeremy Seewer, vindo da outra equipe da fábrica, a Wilvo Yamaha, que por sua vez confirmou o também suíço Arnaud Tonus para 2019, mas dispensará o britânico Shaun Simpson. Portanto, neste momento, Simpson e Horebeek estão com o futuro indefinido.

Na classe MX2 a marca já tem o belga Jago Geerts garantido para 2019, mas há rumores que o jovem tem um novo contrato pronta para assinar, que estenderia sua permanência na Yamaha por mais vários anos. O motivo? A KTM tentou recrutá-lo e não foi uma investida tímida.

Husqvarna

A não ser o dinamarquês Thomas Kjer Olsen, que continua na MX2, o restante das vagas oficiais está completamente indefinido. Thomas Covington - cujo "prazo de validade" na MX2 expira ao final da temporada - volta para os Estados Unidos. Max Anstie, já é consenso, também está fora do time MXGP, apesar de alguns bons resultados em etapas recentes, incluindo o pódio em Lommel.


Gautier Paulin

Gautier Paulin também não teve seu contrato renovado, o francês, inclusive, cita o fator das negociações pesarem em seu desempenho e (maus) resultados recentes. Apesar de sua permanência na Husqvarna ainda não ser completamente descartada, já é consenso nos bastidores que ele estará fora da equipe. A vaga de Simpson na Wilvo Yamaha seria uma forte possibilidade para o piloto que já passou também por equipes de fábrica da Kawasaki e Honda, porém, o dinheiro - Paulin é exigente - pode travar as negociações.

Há fortes indícios de que Arminas Jasikonis seria um dos escolhidos para uma das vagas abertas na MXGP. O australiano Jed Beaton, atualmente na Kawasaki, pode preencher a vaga na MX2 ao lado de Olsen. 

Kawasaki


Julien Lieber

No time MXGP oficial nada muda com a permanência de Clement Desalle e Julien Lieber, que acabou de renovar seu contrato por mais um ano.

A Dixon Racing Team deve voltar a concentrar seus esforços na classe MX2, com duas motos, deixando Tommy Searle desempregado. O norte-americano Darian Sanayei já está com contrato assinado para 2019. A outra vaga, torcemos, pode ficar com Gustavo Pessoa caso o brasileiro demonstre um bom potencial nas etapas restantes do campeonato.

Honda HRC

No time oficial da Honda HRC nada muda, pelo menos oficialmente. Tim Gajser e Brian Bogers continuam na MXGP, apesar de Bogers ainda nem ter corrido com a marca desde que foi contratado em virtude de complicações com uma fratura no pé. Se o holandês não apresentar uma recuperação satisfatória durante a pré-temporada, corre-se o risco do time arrumar algum "substituto permanente". Circula à boca pequena que Max Anstie estaria com um pé no time.


Brian Bogers

Na MX2 Calvin Vlaanderen já tinha contrato para dois anos e, com os bons resultados recentes, está confirmadíssimo para o ano que vem.

No time satélite 114 Motorsports, já era público desde o início da temporada que Hunter Lawrence deixaria o campeonato para correr nos EUA pela Geico Honda.

Outras dúvidas

Ainda não há nada certo em relação a Max Nagl e a equipe oficial TM para o ano que vem. Os resultados da parceria não foram ruins, mas também não chegaram nem perto de serem brilhantes. O russo Evgeny Bobrishev, que tirou leite de pedra com a Suzuki pelo time estreante BOS GP, é um dos pilotos desejados por várias equipes. Entre as de fábrica talvez a Husqvarna seja a única opção, caso Paulin realmente saia.






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