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Mudanças nas equipes dos Estados Unidos. O que sabemos até agora
Publicado em: 25/08/2016

Principais equipes já estão com suas formações definidas para 2017
Redação MotoX.com.br: Lucidio Arruda - Fotos: Garth Milan / Divulgação


Ken Roczen muda de equipe pela segunda vez consecutiva ao conquistar o título no Motocross 450

Faltando apenas uma etapa no calendário oficial de competições do motocross nos Estados Unidos, pouco resta a descobrir na Silly Season, a temporada de especulações sobre as mudanças nas equipes. Aqui um resumo sobre o que já foi anunciado oficialmente e o que deve se tornar público em breve. A grande maioria dos contratos é válida de outubro a setembro do ano seguinte. Dessa forma as fábricas ficam livres para anunciar a renovação de contrato com seus pilotos assim que ocorrerem, mas mudanças de marcas têm de aguardar o fim dos contratos vigentes. Normalmente essas mudanças são tornadas públicas a partir de 1º de outubro.

Honda HRC

A equipe japonesa se despediu oficialmente de Trey Canard após dez anos juntos. A vaga abre espaço para a ida de Ken Roczen que leva junto o número 1 no motocross para a Honda. Há grande probabilidade da Red Bull, patrocinadora do alemão, ir junto. A Honda tem uma política muito rígida em relação aos patrocínios pessoais dos pilotos e dificilmente permite um patrocínio individual - principalmente de marcas não relacionadas diretamente com o ramo - sem o envolvimento com a equipe de forma global.

A mudança de equipe e motos também seria um forte fator na decisão de Roczen declinar o convite para o Motocross das Nações desse ano. Supostamente o piloto tem em mãos um contrato por cinco anos, uma eternidade na modalidade. Seu companheiro de equipe será Cole Seely, que acabou de renovar com a equipe até a temporada de 2018.

Yamaha

A equipe Yamaha na categoria 450 já é conhecida. O veterano Chad Reed corre ao lado de Cooper Webb, promovido pouco antes da conquista do título no motocross 250.

Justin Barcia tem mais um ano de contrato com a Joe Gibb's Racing. Weston Peick provavelmente está fora e é anunciado como um dos pilotos disponíveis para 2017.

A Star Racing, equipe que representa a marca na classe 250, e muito bem diga-se de passagem, sofre com a debandada de seus três melhores pilotos. Além de Webb que vai para a equipe oficial na categoria de cima, Jeremy Martin provavelmente segue para a Geico Honda para mais um ano na 250 e Alex Martin também estaria de saída para a Troy Lee Designs Red Bull KTM.

Dos atuais pilotos sobraria apenas Aaron Plessinger. O reforço da Star Racing vem da Europa: Dylan Ferrandis, atual piloto oficial da Kawasaki Racing Team no Mundial de Motocross, está de malas prontas para a América.

Kawasaki

Sem novidades, a equipe oficial na 450 continua com Eli Tomac e Josh Grant.

KTM

Segundo as informações mais confiáveis a Red Bull KTM Factory Racing recebe Trey Canard de braços abertos para compor um forte time ao lado de Marvin Musquin e Ryan Dungey, ambos com contrato até 2017. Se confirmada a vinda de Canard, no lugar de Dean Wilson, a KTM seria o único time entre as seis fábricas a abrigar três pilotos da classe 450 na mesma tenda.

A BTO Sports continua como time satélite na classe principal e traz de volta Davi Millsaps, que acaba de conquistar o título canadense. Andrew Short já anunciou aposentadoria desde o início do ano. O segundo piloto da equipe não está definido, mas há boas chances do substituto Benny Bloss ser efetivado, embora haja também a possibilidade de Blake Baggett, que deixa a Yoshimura Suzuki. Justin Brayton, cujo contrato vence esse ano ainda não foi confirmado.

A Troy Lee Red Bull KTM continua como time oficial na 250. 

Os Stewarts


James para ou continua? Segundo pessoas próximas o piloto estuda as possibilidades para continuar em 2017

Malcolm, que venceu o Supercross 250 Leste deve continuar com a Geico Honda, agora em tempo integral na 450. A grande dúvida é o futuro de James Stewart. Embora muitos apostem na sua aposentadoria, ele afirma a quem queira ouvir que não quer se despedir do esporte com uma temporada tão ruim. 

Muito se falou sobre a possibilidade de James se juntar a Malcolm na Geico Honda, mas parece que as conversas não foram para frente. Outra possibilidade seria, ao lado de Malcolm, voltar a competir com estrutura própria e motos Honda. O certo é que Bubba não continua com a Yoshimura Suzuki.

Husqvarna


O time oficial na 450 continua com Jason Anderson e Christophe Pourcel. Na 250 a equipe ainda não foi definida.  A ideia de Zach Osborne, que acaba de vencer sua primeira etapa no motocross, era subir para a 450, mas tudo vai depender de encontrar uma boa vaga nas equipes de cima, o que a cada dia está mais difícil. Situação incerta também a de Martin Dávalos que perde o final da temporada por lesão e ainda sofreu nesta temporada com problemas na documentação que o impediram de participar do Supercross no Canadá.
 
Suzuki

A marca continua como a grande interrogação de 2017. Tanto no caminhão oficial da Yoshimura como na RCH Soaring Eagle de Ricky Carmichael e Carey Hart, que perde o campeão Ken Roczen.

Entre os piloto sem destino confirmado e que devem disputar vagas nas amarelinhas estão Weston Peick, Will Hahn, Justin Bogle e Dean Wilson. 








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