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Publicado em: 27/07/2009

Detecção de falhas na Injeção Eletrônica

Guia de Injeção Eletrônica - 2ª Parte
MotoX.com.br - Por Rino Liciani Júnior - Foto: Lucídio Arruda


Através de um scanner o mecânico pode detectar as falhas no sistema de Injeção Eletrônica

Dando sequência ao tema Injeção Eletrônica em motocicletas nesta segunda matéria abordaremos a detecção de falhas no sistema. No módulo passado falamos porque a injeção eletrônica passou a ser aplicada nas motocicletas, agora abordamos estratégias emergênciais de funcionamento do motor e estratégias operacionais sobre a detecção de falhas.

Muito bem, falando sobre a detecção de falhas, é muito importante frisar as que existem nos sistemas de Injeção Eletrônica. Há dois tipos de arquivos com as falhas detectadas pelo Módulo de Controle Eletrônico, que chamaremos de Código de Defeitos Presentes e Códigos de Defeitos Passados.

Toda a vês que o módulo de Controle Eletrônico detecta uma falha, imediatamente esta avaria é registrada em um arquivo chamado como "Arquivo de Códigos Presentes". Neste momento, nas motos que possuem painel, a luz de avaria se acende, indicando assim que existe um defeito naquele instante, porém ao se corrigir a avaria a luz onde advertência no painel se apaga, significando que o defeito detectado não existe mais.

Muito bem a luz do painel se apagou pelo motivo do defeito ter sido eliminado, porém a partir deste instante, o registro deste defeito passou imediatamente para o Arquivo de Defeitos Passados, onde através de um Scanner, já é possível acessar as informações e descobrir o que havia ocorrido anteriormente.

Este procedimento é muito recomendado quando, por exemplo, o proprietário da moto entra na oficina dizendo que a moto falhou, e a luz da injeção ficou acessa.Mas de repente a luz se apagou e o motor voltou a funcionar bem.

Então, ao se entrar na opção de defeitos passados, o diagnóstico mostrará o que causou o mau funcionamento do motor, auxiliando assim o reparador a chegar mais rápido e com mais precisão no defeito intermitente do motor. Resumindo, os dois tipos de registros existentes na memória do Módulo de Controle Eletrônico, possibilitam saber quando o defeito está presente ou quando está no passado, chegar mais rápido a causa do problema e consequentemente prestar um serviço com maior velocidade e exatidão.
É muito importante frisar que toda a vez que se executar algum tipo de reparo no sistema de Injeção Eletrônica, deve-se verificar se há defeitos registrados nas memórias para que possam ser apagados. Isto impedirá que o código do defeito permaneça e o dono da motocicleta venha a desconfiar se o conserto realmente foi executado.

Para isto utilize o Scanner Multimarca específico para a linha de motocicletas.

Na próxima matéria veremos como os erros são gerados no sistema e porque devemos limpar as memórias de avarias.

Até lá.


Rino Liciani Júnior, instrutor de Injeção Eletrônica pela Brubicar há mais de 15 anos, desenvolveu software para as principais fábricas de motocicletas do país.

Atuamente ministra cursos sobre o tema em parceria com a Zenni Preparações.  Próximo curso será nos dias 27 e 28 de agosto (clique aqui para mais informações).

Telefone: (19) 9775-2035 - E-mail: rino@brubicar.com.br



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